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ABES-RS debate cenário da logística reversa no estado

A ABES Seção Rio Grande do Sul (ABES-RS) promoveu nesta quinta-feira, 23 de maio, no auditório do Senge-RS (Sindicato dos Engenheiros do RS), em Porto Alegre, um Encontro Temático sobre “Logística Reversa: panorama atual e perspectivas”.

Realizado com apoio da CORSAN, o evento contou palestrantes da FIERGS (Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul), FEPAM (Fundação Estadual de Proteção Ambiental), DMLU (Departamento Municipal de Limpeza Urbana), Ministério Público do Estado do RS (MPE) e Braskem. O público foi composto por técnicos de prefeituras, consórcios e empresas públicas, consultores, professores e estudantes.

O objetivo do encontro foi discutir as condições para implementação de sistemas de logística reversa no Rio Grande do Sul, a partir das experiências já em construção no estado.

“Os resultados do esforço da sociedade em implantar a logística reversa devem ser celebrados”, ressaltou a presidente da ABES-RS, Jussara Kalil Pires. “Muita coisa precisa ser feita, mas já começamos a perceber a evolução em direção a uma maior responsabilidade de fabricantes e comerciantes sobre os resíduos resultantes do consumo de seus produtos”, comentou.
Os Encontros Temáticos da ABES-RS são pensados para apresentar à sociedade e comunidade técnica assuntos da atualidade. São realizados diferentes eventos durante o ano, sempre trazendo novidades ou temas polêmicos, que mereçam aprofundamento.
A logística reversa

A logística reversa consiste no retorno, para o setor empresarial, de produtos que precisam ser descartados apropriadamente quando passam a não ser mais utilizados pelo consumidor – como é o caso de lâmpadas. Ao serem recolhidos com procedimentos corretos e retornarem aos meios produtivos, os materiais podem ser descartados ou reaproveitados, sem prejuízos à preservação ambiental.

Fabricantes de produtos como geladeiras, pilhas, computadores, pneus, baterias, embalagens e resíduos de agrotóxicos, lâmpadas fluorescentes, de mercúrio e vapor de sódio, óleos lubrificantes automotivos, equipamentos eletrônicos e de informática e eletrodomésticos, por exemplo, são responsáveis pela destinação final dos resíduos industriais provenientes da fabricação de seus produtos, conforme a lei 12.305.

 

Fonte: Felipe Vieira 

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