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Brasileiros no Silubesa: público elogia a troca de experiências com especialistas estrangeiros

Lucas Martins Machado e Débora de Freitas, estudantes da Universidade Federal de Minas Gerais

O primeiro dia do XVII Silubesa – Simpósio Luso-Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, que acontece até quarta-feira no Costão do Santinho, em Santa Catarina, promovido pela ABES em parceria com a Associação Portuguesa dos Recursos Hídricos – APRH e a Associação Portuguesa de Engenharia Sanitária e Ambiental – APESB, recebeu muitos elogios dos participantes pelas diversidade de experiências do Brasil outros países. Esta edição tem como temática principal as ”Soluções para um melhor saneamento ambiental”.

Lucas Martins Machado e Débora de Freitas, de Belo Horizonte (MG), ambos da Universidade Federal de Minas Gerais, destacam as diferentes visões dos palestrantes. “Há uma temática com várias visões para se aprender”, salienta Lucas, que veio ao Silubesa apresentar um trabalho sobre tratamento de efluentes. Débora, que também apresentará um trabalho sobre controle de odores, ressalta a importância de viabilizar melhorias em saneamento no Brasil, a exemplo do que já ocorre em Portugal.

paranaenses
Rafael Cabral e Márcio Arakaki – Sanepar, de Curitiba

Os paranaenses Rafael Cabral e Márcio Arakaki, da Sanepar, de Curitiba, estão em busca de mais conhecimento sobre reúso de água. “São interessantes os exemplos de Portugal e da Califórnia (EUA) apresentados nos painéis, é preciso viabilizar o reúso no Brasil”, frisa Rafael.

Camila Camolesi, do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) de São Paulo, tem aproveitado para fazer comparações entre o que é feito no Estado paulista e no restante do país na questão dos resíduos sólidos. “É a oportunidade de uma troca de experiências, ver o que está se fazendo na prática.”

César Meyer, da empresa Águas de Joinville (SC), destacou a organização do Simpósio e a qualidade dos painelistas. Já Andréia May, da Casan, de Florianópolis, acredita que, ao conhecer o que é feito em Portugal, “é possível tentar implementar algumas das iniciativas no Brasil”.

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