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JPS-DF promove discussão sobre fechamento do Lixão do Distrito Federal

O programa Jovens Profissionais do Saneamento JPS da ABES -DF, coordenado pela engenheira ambiental Liane de Moura, promoveu nesta quinta, 4 de julho, no auditório do Crea-DF, em Brasília, um debate sobre a situação do Lixão da Estrutural do DF, que se encontra desativado. Na ocasião, a diretora da ABES-DF, Heliana Kátia Campos, apresentou o “Estudo de Caso – Fechamento do Lixão no Distrito Federal”.  Kátia também é coordenadora da Câmara Temática de Resíduos Sólidos da ABES e ex-dirigente do Serviço de Limpeza Urbana do DF (SLU).

A discussão teve como fio condutor o plano de transição e as metas estabelecidas para a preservação do local, além dos investimentos do governo para a recuperação da área degradada. Ainda foi colocada em questão a minimização da disposição de resíduos no aterro sanitário.

Integraram a mesa de debate, além de Kátia Campos, o presidente da ABES-DF, João Marcos Almeida; a presidente do Crea-DF, Fátima Có; o coordenador de Resíduos da Subsecretaria de Gestão das Águas e Resíduos Sólidos da Secretária de Estado do Meio Ambiente do Distrito Federal, Glauco Amorim da Cruz; a Superintendente de Resíduos Sólidos, Gás d Energia da Agência Reguladora de Águas e Saneamento do Distrito Federal, Elen Dânia Silva dos Santos.

Liane de Moura, que aproveitou a oportunidade para falar aos presentes sobre o JPS, detalha como surgiu a ideia do evento e destaca a importância da discussão acerca do tema.

“Aceitei a coordenação em abril, inclusive já fiz 35 anos e só tenho até junho do ano que vem para formar uma equipe para coordenar o JPS aqui em Brasília. Logo que virei coordenadora fui saber quem estava atuando no DF e busquei divulgar em um evento na minha Universidade, mas não estava satisfeita. Aí, durante um almoço com a Seção do Distrito Federal da ABES, convidei a Kátia Campos para promovermos um debate sobre o Fechamento do Lixão. Ela topou na hora e passamos a organizar o evento”, conta. “A presidente do CREA DF, Fátima Có, logo liberou o auditório do CREA e marcamos uma data que ficaria nas férias escolares da universidade e que a Kátia pudesse”, acrescenta.

Liane ressalta que considera o fechamento do Lixão uma conquista e um desafio política e técnico. “Foi um ótimo sinal de que as instituições estavam funcionando no Distrito Federal. Sempre acompanho os trabalhos dos órgãos ligados a saneamento ambiental no DF. Tenho muita esperança de melhorias e vejo um grande potencial para profissionais da área”, frisa a engenheira.

“Acompanhei também o movimento dos catadores e fiquei feliz com a forma como eles se engajaram e estão conquistando valorização e reconhecimento. O aperfeiçoamento das leis referentes a resíduos sólidos do DF também contribuiu para o processo e para a abertura de mercado na prestação de serviços diversos. Isso acaba movimentando a economia e fazendo com que os responsáveis assumam aquilo que são deles e que achavam que era apenas responsabilidade do governo”, conclui a coordenadora do JPS-DF.

 

Fonte: Crea-DF

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