História do prêmio

História do prêmio

O prêmio é organizado pelo Stockholm International Water Institute (SIWI) desde 1997, com o objetivo de reunir jovens mentes brilhantes de todo o mundo, incentivando o interesse contínuo por questões de água e sustentabilidade.

A primeira edição brasileira do SJWP ocorreu em São Paulo, em junho de 2017. Além de apresentarem seus trabalhos e interagirem com o júri, os finalistas conheceram na prática uma estação de tratamento de água, ocasião em que expandiram seus conhecimentos técnicos sobre saneamento.​ O grupo vencedor da primeira edição brasileira do SJWP foi composto pelos estudantes da ETEC Bento Quirino de Campinas Beatriz Ruscetto, Gabriel Gertrudes e Matheus Silva, autores do projeto STAC-IBR: Solução para o tratamento de água das cisternas instaladas no Brasil.​ Os jovens paulistas tiveram a oportunidade de apresentar a solução que desenvolveram na etapa de Estocolmo, em meio a estudantes de outros 32 países. Eles participaram das atividades da Semana Mundial da Água de Estocolmo, incluindo dois jantares com a família real sueca e visitas técnicas e culturais pela cidade.

Em 2018, a segunda edição do prêmio ocorreu em Brasília, como parte da programação do 8º Fórum Mundial da Água, o maior evento sobre o tema no mundo. Em ambos os anos, todas as regiões do país foram representadas.​Realizado pela primeira vez no Hemisfério Sul, o Fórum contou com a presença de 120 mil participantes, de 172 países, configurando-se como a maior edição já ocorrida na história.​ O estudante vencedor da etapa 2018 foi Guilherme Catharino, da Escola Senai “Jorge Mahfuz” em São Paulo. Motivado pela crise hídrica pela qual passou sua cidade, o autor do projeto SIMECHR- Sistema de Monitoramento e Comando Hídrico Residencial, desenvolveu uma aplicação para instalações prediais, empoderando os consumidores para combaterem desperdícios.

A terceira edição do prêmio ocorreu em 2019 na cidade de São Paulo. Além de apresentarem seus trabalhos e interagirem com o júri, os finalistas visitaram a Scania em São Bernardo do Campo e conheceram as iniciativas de sustentabilidade praticadas na unidade. Em sua terceira edição no país, o Prêmio recebeu 27 projetos, dos quais 5 finalistas foram selecionados para a cerimônia que escolheria um vencedor para ir a Estocolmo representar o Brasil na final do prêmio. O trabalho vencedor, intitulado “Síntese de partículas de magnetita associadas a carvão ativo e poliuretano para a adsorção de corantes e íons de Cd e Co”, foi elaborado pelos alunos Livia Luiza Pinaso e Victor Marotta Souza Cruz da Escola ETEC Irmã Agostina, da cidade de São Paulo, e orientado pela professora Márcia Freitas Silva. O protótipo desenvolvido propõe a remoção de metais da água por adsorção em uma associação de carvão ativado e Poliuretano.