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LEGADOS DA CRlSE HÍDRICA

Após muitas reuniões e proteções técnicas, simuiações

de cenarios ainda mais críticos, quando se teve certeza

de que a RMSP passaria um ano todo sem voitar ao

votume morto, nõo havia mais a necessidade de se
continuar com as ações tomados por dois anos. Nas
entrehnhas, dar tim a crise toi um processo de todo
mundo. Foi um consenso, depois das muitas reuniões de
avaiiaçõo. Poderia parar de chover de novo, na mesma

serie de 2014/2015, mas se teria a consciência de

que a SABESP tinha um sistema muito mais seguro, com

maior Hexibihdade, que permitiria fazer ações que nõo

se conseguiram efetuar durante a crise hídrica.

Sob o ponto de vista das agências reguiadoras, a ANA

e o DAEE aumentaram, nesse periodo entre 2015 e

20ió, a vazõo do Cantareira, chegando a aigo em

torno de 25 m3 por segundo. A imprensa, de maneira

gera|, nõo acreditava que a crise havia acabado

peio tato do Cantareira ainda estar com níve| baixo

de agua. Mas, pe|as projeções, o níve| continuaria
subindo porque tinha chovido no tina| do ano e, com

as novas obras, a norma|idade estaria garantida.

Nõo toi diferente. No dia 8 de março de 20ió, o
governador de Sõo Pau|o, Geratdo A|ci<min, baseado

nas intormações da SABESP, anunciou o tim da crise.

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