Page 29 - Livro Sabesp
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Internamente, a SABESP veriticava as perspectivas de
cenarias críticos com proieções de redução de retirada
de agua, pensando a curta, medio e |onga prazo sobre
que acões tomar. Dos números chegavam respostas
nada agradaveis. Sem as chuvas, o Sistema Cantareira
acabaria em meses, puxando os demais para o mesmo
caminho. A|ga deveria ser Feito.

Assunto de interesse nacional, ia em Fevereiro de 20i4,
os órgãos regu|adares de recursos hídricos das esteras
tedera| e estaduat, ou seia, a Agência Nacianat de
Aguas - ANA, e o Departamento de Aguas e Energia
E|e'trica - DAEE, passaram a othar especialmente para o
Cantareira e sua resposta trente a crise. Das conversas
e medidas para quais caminhos seguir, uma das ações
conduidas de carater emergenciat foi a criaçao do
Grupo Tecnico de Assessoramento a Gestao da Sistema
Cantareira [GTAG-Cantareira). Com a iina|idade de
assessorar a administracao da armazenamento de
agua do Sistema Cantareira na período hidrotógico
destavoravet do ano de 2014, compuseram ainda
o grupo: representantes da SABESP, do Comitê das
Bacias Hidragraticas dos Rios Piracicaba, Capivari e
Jundiaí (Comitê PCJ) e da Comité da Bacia Hidragrahca
do A|to Tietê. Houve um entendimento para que
esse camparti|hamento de poder não atrapathasse
a condução da so|uçao. O Grupo reunia-se toda a
semana para acompanhar como estava a níve| do
sistema, perspectiva de chuvas etc., para avatiarem
qua! retirada a SABESP deveria tazer naque|e momento.

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