Page 32 - Livro Sabesp
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LÉGADOS DA CRISE HÍDRICA

Com o agravamento da crise, a vazõo tota| outorgada
originatmente a SABESP para abastecimento pubiico,
oriunda do Sistema Cantareira, to¡ sendo racionada
progressivamente. Quem determinava a quantidade a
partir da crise era a ANA/DAEE, que avatiava o tanto de
agua que se poderia captar naquete momento. Contorme
o tempo passava, a imposicõo era cada vez mais
restrita a retirada de agua do Cantareira. Em marco de
QOiA, esse numero era 27,9 m3/s e em iuiho chegou a
i9,7 m3/s. O timite chegou a i3,5 m3/s.

Após varios encontros turbuientos e corn discussões que
sobressairam a questao tecnica, o grupo se dissoiveu,
mas deixou ideias que seriam muito bem trabaihadas
peia SABESP durante toda a crise hídrica. A|ias, de
ideias e vontades, a SABESP criava a todo o momento,
dentro dos seus próprios comitês de crise, nas noites e
madrugadas adentro, com todos os seus departamentos
estratégicos envo|vidos.

No seu Eórum da Diretoria Metropohtana, a SABESP
atuaiizava as intormacões sobre a crise, Todas as
unidades ia tinham deiiberacões para trabaihos iocais,
com o obietivo de economizar agua. Todas as regiões
estavam atuando na tinha de trente, atgo em torno de mit
intervenções ao tinai da crise.




































































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