Page 86 - Livro Sabesp
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I ¡ LEGADOS DA CRÍSE HÍDRÍCA
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Í Um p|ano especia| de visitas aos prédios púbiicos

Ê lescoias, Centros de Detenção Provisória e de|egacias)
entrou em vigor. Como sao prédios uti|izados por muitas

. ' pessoas durante o dia, e|es tinham que, de a|guma
maneira, serem priorizodos. Expiicamos para e|es o que

› os zeiadores deveriam Fazer internamente. Uma especie

 _ de assessoria tecnica to¡ criada para que os prédios

t' .i pub|icos resoivessem os prob|emas que sempre tiveram e

» . ¡ i que ganharam mais Força na crise.
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 “gs, ' _› Aiém disso, quatro mi¡ Funcionarios da SABESP Foram a
.r -. . v ,

A ¡ _ u . r campo para fazer os Guardiões da Agua seguirem tirmes

_ - r . na sociedade. Do operacionai à presidência, todo mundo

N A ' _ to¡ para a rua. As equipes todas em campo. Ações no

.a. ,
\ ¡_ '*-__:  metrô, na CPTM, na porta dos condomínios, esco|as. Uma
i '  i açao muito reohzadora, pois a SABESP conversou com as
l . . .
v, " pessoas e percebeu a soiidoriedade da popuiaçao. 92%
  E ' da popuiaçao estava ¡unto da SABESP.
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 _:_._-___  N .. p Nao a toa que o Guardiões da Agua toi uma ação muito
  E.. 1.'- - v-   A importante. O proieto to¡ por uma economia de 30% de
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 Égâízígg _ - _»~s:.;-› ._  tudo que se conseguiu durante a crise. Aigo em torno de
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 T ::ízgíz  .de seis mui intros por segundo de agua economizada que,
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 :,;§;›_›§_:V§r;  por exempio, abasteceria uma cidade com L8 mi|hoes
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