Autor: admin

EXCLUSIVO PARA SÓCIOS!

30% de desconto nos cursos para sócios da ABES

CONHECIMENTO + INOVAÇÃO = SUCESSO!

Invisa em qualificação com a maior plataforma de cursos EAD para o Saneamento Ambiental.

 

IWAMI – Gestão Eficiente de Recursos Hídricos na Indústria

Público alvo

Interessados nas áreas de gestão, distribuição, controle, conservação e consumo de água.

Principais características do curso

  • Metodologia aplicada “Water Management Concept”: Desenvolvimento de projeto concreto para a empresa;
  • Conteúdos técnicos e de gestão eficiente de água.

Objetivo

Na Alemanha, diferentes benefícios para a indústria são garantidos através das ações de eficiência hídrica:  fornecimento ininterrupto de água, redução dos impactos ambientais da atividade industrial e aumento da competitividade através da redução de custos. Adquirir conhecimentos em gestão eficiente de recursos hídricos,  baseado no know-how alemão, torna-se um diferencial no mercado, pois pode-se fortalecer o plano de negócios e até contornar crises hídricas.

Neste contexto, a Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha do Rio de Janeiro (AHK Rio) promove o curso Gestão Eficiente de Recursos Hídricos na Indústria (IWAMI). O curso desenvolvido com expertise alemã, permite aos participantes adquirir conhecimentos técnicos e gerenciais, com o olhar voltado à aplicabilidade nas suas empresas através do desenvolvimento de um projeto concreto. O foco em gestão eficiente de recursos hídricos contempla as metas do milênio, dando ênfase a esse ativo tão crucial para a economia.

Pré-requisitos para participar do curso

  • Formação superior em engenharia ou ciências exatas;
  • Conhecimentos básicos em tecnologias, gestão e processos na área de recursos hídricos;
  • Desejável experiência profissional na área.

Para realizar o Curso IWAMI é pré-requisito obrigatório ter realizado o Curso “Lei das Águas” da Agência Nacional de Águas.
Este curso é 100% em EAD e gratuito. Recebe inscrições continuamente ao longo de todo o ano, tem vagas ilimitadas e qualquer pessoa pode participar. Tem a duração de 20 horas e emite certificado digital.
As instruções de acesso ao curso estão disponíveis na plataforma de cursos da Uniabes aos alunos matriculados.

 

Carga horária

O curso estará composto de 6 módulos e 90 horas aula com duração total de 4 meses.

Conteúdo programático

O curso é composto por 6 módulos, cada módulo tratando de uma etapa do “caminho da água” em uma instalação ou processo industrial. Nesta proposta, os fundamentos e conceitos são ensinados dentro de cada módulo.

MÓDULO 1: ABASTECIMENTO DE ÁGUA

  • Ocorrência da água
  • Água subterr nea e superficial
  • Água de reúso
  • Colheita de nevoeiro
  • Atmospheric water generation
  • Outras fontes de abastecimento e produção própria

MÓDULO 2: TRATAMENTO, ESTOCAGEM, DISTRIBUIÇÃO

  • Objetivos do tratamento da água
  • Tratamento básico de água
  • Tratamento complementar
  • Tratamento de água salobra e salgada
  • Sistemas de distribuição
  • Medição, controle e automação

MÓDULO 3: CONTROLE INTEGRADO DE POLUIÇÃO

  • Água na economia circular
  • Danos ambientais
  • Water stress e water risk
  • Curso lei das águas

MÓDULO 4: MÉTODOS E INSTRUMENTOS DA GESTÃO INDUSTRIAL DA ÁGUA

  • Água na produção industrial
  • Processos, metering, balanço hídrico
  • Ferramentas de avaliação de eficiência
  • Gestão sustentável da água
  • P&D

MÓDULO 5: GESTÃO DA ÁGUA NA PRÁTICA INDUSTRIAL

  • Abordagens do gerenciamento do uso da água
  • Redução da intensidade do uso
  • Água de reúso
  • Água pluvial
  • Água do mar

MÓDULO 6: GERENCIAMENTO DE ÁGUAS RESIDUAIS

  • Águas residuais
  • Carga orgânica – tratamento biológico
  • Tratamento de fluxos parciais
  • Água pluvial

Investimento

Não associado: R$ 3.600,00
Associado AHK ou ABES individual ou empresa: R$ 3.000,00 (20% desconto)

Forma de pagamento: à vista ou no cartão de crédito através do PagSeguro

Thomas A.G. Krätzig –  responsável pelo conteúdo

Mestre e Doutor em Ciências Exatas pela Universidade Técnica de Aachen (RWTH), Alemanha.

Diretor executivo da Dr. Krätzig Engenharia Ltda., Aachen, Alemanha, empresa de consultoria, engenharia e desenvolvimento tecnológico nos setores de energia, água e controle de processos.

Como consultor em nível nacional (Alemanha) e internacional (mais de 100 projetos em 5 continentes / 20 países) para clientes públicos (Banco Mundial, Banco KfW, Agencias de Cooperação Internacional, Ministérios e outros órgãos governamentais) bem como empresas do setor privado (indústrias de mineração, alimentícia, siderúrgica, química e outras), trabalhou com elaboração e implementação de planos de otimização de processos industriais (energia, água, efluente) em vários projetos de pesquisa e desenvolvimento tecnológico.

Atua no Brasil desde 1977,  em projetos de várias industrias e prestadores de serviços de saneamento básico com destaque na SABESP/SP e na COPASA/MG: projetos de implementação e de desenvolvimento tecnológico incluindo monitoramento remoto da qualidade das águas do Rio Tietê, tratamento descentralizado de água – unidades autônomas com tecnologia de membranas -, gerenciamento de perdas e recuperação de energia em redes de distribuição de água. Atualmente é parceiro de projeto internacional (França, Bélgica, Alemanha, Brasil): desenvolvimento de sistemas de Internet das Coisas para otimizar o controle de sistemas de abastecimento de água.


William Padilha – responsável pelo conteúdo local

Engenheiro William Padilha, bacharel em Eng. Civil para UTFPR, Mestre em Gestão de Recursos Hídricos pela Universidade de Stuttgart ( Alemanha) , MBA em Gestão Estratégica de Negócios pela FGV. Trabalhou como engenheiro de projetos na empresa WEHRLE Umwelt e gerencia a empresa WEHRLE do Brasil desde 2014, quando trouxe a empresa alemã especializada em tratamento de chorume e efluentes industriais de alta contaminação para o Brasil. Paralelamente à gestão da empresa trabalha em parceria com várias instituições, universidades e empresas no Brasil e exterior para projetos de pesquisa e desenvolvimento, sempre com foco em projetos de gestão integrada de recursos hídricos e tratamento avançado de efluentes. Hoje é conselheiro para a diretoria de meio ambiente sustentabilidade na ACP-PR, além de co-fundador do Instituto Loop, com foco em economia circular e gestão eficiente de recursos.


Bruna Araujo – Tutora

Engenheira Civil com ênfase em Sanitária, graduada pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ, especialista em Engenharia Sanitária e Ambiental e mestre em Engenharia Ambiental também pela UERJ. Desde a graduação vem abordando o tema tratamento de efluentes e reuso, apresentando suas vantagens ambientais e econômicas, assim como a importância de se estimular a inclusão da prática de reuso na cultura.  Atualmente atua como Consultora Ambiental e  tutora do curso de tratamento de efluentes domésticos, oferecido pela ABES, junto aos renomados professores Eduardo Pacheco Jordão e Ana Silvia. Atua também no corpo técnico responsável pela organização das Câmaras Temáticas da ABES. Além disso, participou como pesquisadora convidada pela FIRJAN e Professora responsável por elaboração de provas de concurso do IBADE.


ORIENTADORES

Antonio Simões, 23 anos de experiência em indústrias de grande porte em atividades de química, metalurgia e siderurgia. Participação em projetos de implantação e startup de estações de tratamento de efluentes industriais de grande porte, efluentes sanitários, água potável e água de processo industrial. Forte experiência em gestão hídrica na indústria, contemplando desenvolvimento de balanço hídrico, balanço de carga, malha hídrica, pegada hídrica conforme ISO 14.046 e KPIs de gestão hídrica. Monitoramento de estações de tratamento de efluentes industriais e sanitários com aplicação de novas tecnologias de tratamento e monitoramento remoto. Membro da câmara técnica do Comitê de Integração da Bacia Hidrográfica do rio Paraíba do Sul – CEIVAP. Atuação na coordenação de laboratórios de gestão de qualidade e meio ambiente, com experiência em certificações ISO 9.001, ISO 14.001 e ISO 17.025.


José Gustavo Féres possui graduação em Ciências Econômicas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1997), mestrado em Economia Matemática e Econometria – Université de Toulouse I Sciences Sociales (2000) e doutorado em Economia – Université de Toulouse I Sciences Sociales (2007). É Técnico de Planejamento e Pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), onde atualmente exerce o cargo de Diretor Adjunto de Estudos Setoriais, de Inovação e Infraestrutura. É também professor da Escola Brasileira de Economia e Finanças (FGV/EPGE). Bolsista de produtividade em pesquisa do CNPq (Nível 2), tem experiência na área de Economias Agrária e dos Recursos Naturais, atuando principalmente nos seguintes temas: regulação ambiental, mudanças climáticas e gestão de recursos hídricos.


Leia a entrevista com o presidente do Hydrus, parceiro da UNIABES para cursos presenciais “in company”

A UNIABES, plataforma da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABES voltada à educação e à promoção do conhecimento para o Saneamento Ambiental, em parceria com o Centro de Capacitação Hydrus Brasil acaba de lançar cursos na modalidade presencial “in company”, desenhados a partir de pesquisas realizadas para conhecer as reais necessidades em capacitação nas empresas operadoras de sistemas de água e esgotamento sanitário púbicas e privadas. Para mais informações, acesse aqui.

Segundo Newton de Lima Azevedopresidente da Hydrus, a faixa de operadores – o chamado “chão de fábrica” -, que corresponde a 150 mil no Brasil e a qual os cursos são direcionados, não recebe a devida atenção nos programas de educação corporativa das empresas. Esses trabalhadores, afirma “são aqueles que respondem mais rapidamente a novos estímulos. O engajamento pode ser rapidamente detectado na melhoria operacional e no processo de autovalorização”, frisa.

O HYDRUS tem como parceiro o Office International de l´Eau (OIEau), com sede na França, que conta com 28 anos de experiência em formação no setor de saneamento básico e com mais de 100 mil profissionais já treinados.

Serão oferecidos cinco treinamentos operacionais básicos, todos com carga horária de 8 horas e realizados em um dia. São eles: Ciclo Completo do Saneamento Básico, Hidrometria, Manutenção de Redes de Água, Manutenção de Redes de Esgoto e Desobstrução de Redes de Esgoto. “Os temas abordados têm total aderência ao cotidiano das operações”, destaca Lima Azevedo.

Leia a entrevista

Informe UNIABES – Como você vê esta parceria entre UNIABES e Hydrus para o setor de saneamento?

Newton de Lima Azevedo – Esta parceria nasceu da consciência da UNIABES e Hydrus de que a educação corporativa nas operadoras de água/esgoto no Brasil necessita dar atenção também aos seus colaboradores que representam 70% do seu efetivo – os “trabalhadores do chão da fábrica”

Informe UNIABES – Quais as vantagens de levar para sua empresa os cursos UNIABES/Hydrus?

Newton de Lima Azevedo – A inclusão dos cursos presenciais Hydrus na grade da Uniabes permitirá que as empresas passem a ter um universo de cursos disponíveis e adequar o seu programa de capacitação a todos os níveis de seus colaboradores.

Informe UNIABES – Com as mudanças ocorrendo no país e no setor, o que o mercado espera atualmente dos profissionais de saneamento?

Newton de Lima Azevedo – Um dos problemas crônicos do setor é a obstrução dos canais de comunicação com a sociedade. Temos a certeza de que estes cursos Hydrus permitirão que, com a legitimidade e penetração no setor, da ABES/UNIABES, profissionais do saneamento com uma melhor eficiência operacional, transformem-se em replicadores da importância do nosso setor na qualidade de vida da sociedade.

Informe UNIABES – Como os cursos “in company” tem beneficiado a performance de profissionais e empresas?

Newton de Lima Azevedo – Esta faixa de operadores ”chão de fábrica” nunca recebeu a devida atenção nos programas de educação corporativa das empresas. Composto em sua maioria de jovens com baixa escolaridade e pouco conhecimento técnico, estes trabalhadores (150 mil no Brasil), são aqueles que respondem mais rapidamente a novos estímulos. O engajamento pode ser rapidamente detectado na melhoria operacional e no processo de auto valorização.

Informe UNIABES – Quais os diferenciais destes cursos para os alunos que irão participar?

Newton de Lima Azevedo – São cursos de curta duração (oito horas) e os temas abordados tem total aderência ao cotidiano das operações. Os instrutores são engenheiros experientes que conseguem balancear informações técnicas e questões práticas.

Informe UNIABES – Os cursos podem ser levados para qualquer cidade do Brasil?

Newton de Lima Azevedo – Sim. A interação prévia entre a equipe Hydrus e a equipe de operação da empresa permite alinhar expectativas, detectar reais necessidades e estruturar as interações praticas (aprender fazendo).

Informe UNIABES – Na sua visão, como a qualificação dos profissionais pode contribuir para transformar o setor de saneamento brasileiro?

Newton de Lima Azevedo – A qualidade da gestão operacional é um dos problemas na grande maioria da operadoras brasileiras. Não adianta ter um ambiente jurídico institucional perfeito, se continuarmos, por exemplo, com níveis de perdas da ordem de 50%. Precisamos capacitar pessoas que utilizem os recursos disponíveis de forma eficiente e estabeleçam uma relação de confiança com a sociedade a partir da boa qualidade dos serviços prestados

Informe UNIABES – Quais são os maiores desafios neste cenário?

Newton de Lima Azevedo – Neste século XXI, estamos sendo inundados por informações, grande parte delas irrelevantes e que consomem nosso tempo discutindo questões secundarias. O desafio do setor é saber o que ignorar e focar em temas realmente estruturantes, entre os quais um dos mais relevantes é a capacitação.

Regulação dos Serviços de Saneamento – Curso Intensivo


Luiz Antonio de Oliveira Junior – Tutor

Mestre em Gestão e Políticas Públicas pela FGV-SP
MBA em Regulação de Mercados pela FIPE-SP
Especialização em Gestão Ambiental pela CEUCLAR
Graduação em Ciências, Química e Matemática pela UNIFEOB
Experiencia de mais de 15 anos no setor de saneamento, com passagem pela Sabesp.
Atualmente é Especialista em Regulação na Agência Reguladora de Saneamento e Energia do estado de SP – ARSESP
Coordenador do Grupo Técnico de Qualidade na Câmara Técnica de Saneamento da Associação Brasileira de Agências de Regulação – ABAR
Diretor da Associação dos Profissionais das Agências Reguladoras do Estado de São Paulo – APAR-SP

Público-alvo

O curso é direcionado a profissionais do setor de abastecimento de água e esgotamento sanitário que estejam vinculados a prestadoras, poder concedente, órgãos públicos, agências reguladoras, sindicatos e associações de classes. Estende-se, ainda, a analistas financeiros, assessores jurídicos, pesquisadores e consultores com atuação ativa no setor – da esfera pública ou privada – e profissionais de nível superior com interesse no setor.

Pré-requisitos

Como o programa disponibiliza aos participantes acesso ao ensino por meio de recursos tecnológicos, como conteúdo online, vídeos, comunicação via chat etc, é necessário que o aluno possua ou tenha acesso a um computador com Internet de boa velocidade.

Metodologia

Esse programa de capacitação é na modalidade de ensino a distância (EAD), utilizando recursos tecnológicos com mediação pela Internet e estimulando a interação entre os participantes. Entre as vantagens do EAD estão:

  • a flexibilidade para os alunos adequarem as atividades do programa de capacitação ao seu trabalho e demais atividades cotidianas;
  • a possibilidade de diferentes ritmos de aprendizagem e certa autonomia no cronograma de atividades;
  • a maior interação entre os alunos por meio de fóruns, minimizando os problemas de aprendizagem e,
  • a participação de alunos de diferentes localidades e áreas de atuação no setor, propiciando uma maior troca de experiências.

Os recursos didáticos-metodológicos compreendem a realização das leituras do material básico (apostilas) de cada módulo do curso, visualização de vídeos, leituras complementares e atividades práticas realizadas diretamente no ambiente virtual. As atividades que acontecem a distância são acompanhadas (prioritariamente offline) pelos tutores e professores do curso.

O conteúdo das apostilas é dinâmico, havendo destaques dos pontos mais importantes e chamadas para as leituras complementares. Cada unidade contêm estudos de casos (cases) para ilustrar a teoria aprendida em situações práticas. 

Prevê-se a utilização de vídeos ao longo do programa. As leituras complementares são compostas por leis, capítulos de livros, artigos, notícias etc, que contribuirão para o aprofundamento do tema pelo participante. Por fim, as atividades práticas envolvem a resolução de exercícios e simulação de casos práticos e fóruns de discussão.

Carga horária

72 horas em 3 meses de duração

MÓDULO 1 – CONCEITOS BÁSICOS DE REGULAÇÃO

M1 – Unidade 1 – Fundamentos Econômicos da Regulação

Definição da Regulação

  1. Conceitos
  2. Resenha histórica
  3. Teoria do Bem-Estar

Falhas de Mercado

  1. Bens públicos: bens não excludentes e não rivais
  2. Assimetria de informação
  3. Externalidades
  4. Poder de mercado

M1 –  Unidade 2 – Necessidade da Regulação, Estrutura Normativa e Papel das Agências Reguladoras

Principais Casos com Necessidade de Regulação

  1. Os bens essenciais
  2. Monopólio natural
  3. Necessidade de regulação

Estrutura Normativa da Regulação

  1. Instrumentos legais para a regulação
  2. Papel das Agências Reguladoras
  3. Tipos de Agências Reguladoras

M1 – Unidade 3 – Instrumentos e Modelos Regulatórios

Dimensões Técnicas e Econômicas da Regulação

  1. Variáveis técnicas
  2. Variáveis econômicas
  3. Desafios na implementação e controle de indicadores

Modelos de Regulação Tarifária

  1. Custo do serviço ou Taxa de retorno
  2. Preços máximo ou Price-cap
  3. Receita máxima ou Revenue-Cap
  4. Métodos híbridos

Estudo de Caso

Estudo de caso comparativo entre serviços regulados com modelos diferentes (ex. gás natural, energia elétrica e rodovias).

MÓDULO 2 – CONCEITOS DE REGULAÇÃO APLICADOS AO SETOR: TARIFAS E O EQUILÍBRIO ECONÔMICO-FINANCEIRO

M2 – Unidade 1 – O Equilíbrio Econômico-Financeiro e o Reajuste Tarifário

O que é Equilíbrio Econômico-Financeiro

  1. Mecanismos para manter o equilíbrio econômico-financeiro
  2. O marco legal dos ajustes tarifários

Revisões Tarifárias Periódicas

Reajuste Tarifário: Conceito e Metodologias de Cálculo

M2 – Unidade 2 – Revisões Tarifárias Periódicas

Conceitos Gerais

  1. Introdução
  2. O ano-teste e o período tarifário

Elementos Calculados na RTP e suas Metodologias

  1. Custos operacionais eficientes
  2. Base de ativos regulatória (BAR)
  3. Taxa de remuneração regulatória do capital
  4. Receitas irrecuperáveis
  5. Perdas de água
  6. Outras receitas
  7. Fator de Produtividade

M2 – Unidade 3 – Análise de Viabilidade de Projetos

  1. Conceitos básicos de finanças
  2. Análise de fluxos de caixa descontados
  3. Métodos de análise de viabilidade
    • Valor Presente Líquido (VPL)
    • Taxa Interna de Retorno (TIR)
    • Pay back
    • Comparação entre os métodos
  4. Avaliação com Enfoque no Executor vs. Enfoque Social
  5. Critérios de ranqueamento de investimentos

Estudo de Caso

Resolução de um caso hipotético de uma revisão tarifária.

MÓDULO 3 – CONCEITOS DE REGULAÇÃO APLICADOS AO SETOR: REGULAÇÃO TÉCNICA, COMERCIAL E FISCALIZAÇÕES, REGULAMENTO GERAL DOS SERVIÇOS E ESCASSEZ HÍDRICA

M3 – Unidade 1 – Regulação Técnica, Comercial e Fiscalizações

Regulação Técnica e Comercial

  1. Principais indicadores utilizados.
  2. Diretrizes para análise do impacto regulatório.

Fiscalizações das Agências Reguladoras: Principais Tipos

  1. Direta: processo administrativo, procedimentos de campo, ações de fiscalizações, relatórios de fiscalizações, termos de notificações, penalidades e termos de ajuste de conduta.
  2. Indireta: acompanhamento de indicadores, notificações, penalidades, principais processos e atividades usualmente fiscalizadas.

M3- Unidade 2 – Regulamentação Geral dos Serviços

Descrição dos principais pontos constantes em Regulamentos Gerais dos Serviços (RGS) no setor de saneamento

  1. Objetivo e Definições
  2. Responsabilidades: do prestador e do usuário
  3. Adesão aos serviços
  4. Medição
  5. Faturamento
  6. Irregularidades
  7. Corte e religação
  8. Infrações, sanções e penalidades
  9. Disposições gerais e transitórias

Exemplos práticos de RGS

M3 – Unidade 3 – Escassez Hídrica

Caracterização de situações de escassez hídrica

Principais processos afetados

Mecanismos e estratégias utilizadas para o gerenciamento da crise

Algumas experiências no Brasil e no mundo

Estudo de Caso

Referente a regulação técnica e processos de fiscalização.

Investimento

  • Não sócio: R$ 2.100,00
  • Sócio: R$ 1.680,00 (20% de desconto)
Forma de pagamento: à vista ou no cartão de crédito através do Pagseguro

Garanta seu desconto, seja um associado ABES.


 

Contrato de Performance e Desempenho

Professores

Leandro Antonio Delgado

Graduação em Direito na Universidade Bandeirante de São Paulo – Uniban. Pós-graduação em Gestão Pública na Universidade Mogi das Cruzes – UMC. Pós-graduação em Direito Ambiental  na Faculdades de Direito e de Saúde Pública da Universidade de São Paulo- USP. Advogado na Sabesp desde 2000, Gestor desde 2007 dos Serviços Gerais e Patrimônio. Gestor desde 2008 do Suprimentos e Contratações, e Gestor desde 2016 dos Serviços Jurídicos e Contratações.

Maycon Rogério Abreu

Engenheiro Civil pela Universidade Anhembi Morumbi. Pós-graduado em Tecnologias Ambientais pela Faculdade de Tecnologia de São Paulo – Fatec. MBA em Administração pela Fundação Instituto de Administração – FIA. Na Sabesp desde 1996, atuando na Unidade de Negócio Sul como: Gerente de Operação da Divisão de Distribuição de Água e Coleta de Esgoto, Gerente de Engenharia de Água e Controle de Perdas, Gerente do Departamento de Planejamento e Relações Comerciais, atualmente Gerente do Departamento de Planejamento Integrado da Diretoria Metropolitana da Sabesp

Capacitação gerencial com foco em gerentes, supervisores e técnicos orientando sobre a Nova Modalidade de Contrato de Performance Aplicada ao Controle de Perdas. O aspecto técnico também será abordado, a fim de orientar a montagem de termos de referência para o  Controle de Perdas, Totais e Aparentes.

Por que realizar Contratos de Performance e Desempenho?

Priorização dos investimentos e despesas. Redução de custos de transição. Ruptura dos entraves técnicos e burocráticos durante a execução do contrato.

OBJETIVOS

Sustentabilidade da empresa, preservação dos recursos, água para futuras gerações e gerenciamento de empreendimentos.

OTIMIZAÇÃO DE RECURSOS

Unir vários tipos de serviços em um mesmo contrato, reduzir perdas de água e consumo de energia elétrica, compromissar a contratada não somente com a execução do serviço mas também com os resultados, mudar a forma de contratação (mais agilidade).

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

PARTE 01 – Aspectos Jurídicos e Formas de Contratação
Prof. Leandro Antonio Delgado

Módulo 1 -Enquadramento na Lei nº 8.666/1993 para Contratações de Performance

Módulo 2-  Estrutura para Contratação, Modalidades e Tipo de Licitação

Módulo 3- Critérios de Julgamento, Estrutura Contratual e Duração dos Contratos de Performance

Módulo 4- Critérios Para Julgamento Comercial

Módulo 5- Do Projeto No Contrato de Performance

Módulo 6- Do Prazo No Contrato de Performance

Módulo 7- Da Remuneração Dos Contratos De Performance

Módulo 8- Conclusão Dos Aspectos Jurídicos

Módulo 9- Entendimento Do Órgão Fiscalizador – TCESP

Módulo 10- Contratos de na Nova Lei n° 13.303/2016

 

PARTE 02 – Redução de Perdas
Prof. Maycon Rogério Abreu

Módulo 1- Redução de Perdas de Água- Balanço Hídrico

Módulo 2- Abordagem Tradicional

Módulo 3- As Vantagens dos Contratos de Performance

Módulo 4- Construção do Projeto e Estruturação do Contrato

Módulo 5- Regra do Negócio

Módulo 6- Definição do Escopo

Módulo 7- Elaboração do Estudo de Viabilidade Econômica e Financeira (EVEF)

Módulo 8- Estudo de Caso: SABESP- Contrato de Performance para Redução de Perdas Reais no Setor de Abastecimento do Jardim São Luís, no município de São Paulo

Módulo 9 – Contribuições do Referencial das Habilidades Sociais para uma Abordagem Sistêmica na Compreensão do Processo de Valorização da Regularização do Serviço de Saneamento em Comunidades de Baixa Renda

Investimento:

Primeira Turma – valor especial de lançamento

  • Não associado: R$ 1.000,00
  • Associado individual ou empresa: R$ 750,00 (20% desconto)
Forma de pagamento: à vista ou no cartão de crédito através do Pagseguro

Próximas Turmas

Não sócios – R$1.250,00
sócios ABES – R$938,00

Cursos ABAR

A Associação Brasileira de Agências de Regulação – ABAR em parceria com a ABES oferece cursos ligados à temática regulatória com o objetivo de colaborar com a difusão de conhecimento e melhores práticas na área. Abaixo você confere as opções disponíveis em 2019.

Modalidade Presencial acontece no Auditório da ABAR, em Brasília-DF, e é limitada a 45 vagas por curso. A Modalidade Online pode ser acessada através de link e senha que são enviados por e-mail após a inscrição. A transmissão é feita ao vivo, durante o acontecimento do curso presencial, e não pode ser acessado posteriormente. É possível interagir com o professor em tempo real via chat. Modalidade limitada a 49 vagas por curso.

Para participar, basta escolher um curso e preencher o formulário de inscrição, anexando o comprovante de pagamento.

Desconto nos CURSOS para associados: 25% sobre o valor de NÃO sócios

Cursos Presenciais In Company

A UNIABES, em parceria com o Centro de Capacitação Hydrus está lançando cursos presenciais, in company, desenhados a partir de pesquisas realizadas para conhecer as reais necessidades em capacitação nas empresas operadoras de sistemas de água e esgotamento sanitário, públicas e privadas.

O HYDRUS tem como parceiro o Office International de l´Eau (OIEau), com sede na França, que conta com 28 anos de experiência em formação no setor de saneamento básico e com mais de 100 mil profissionais já treinados.

Inicialmente serão oferecidos 5 treinamentos operacionais básicos, todos com carga horária de 8 horas e realizados em 1 dia, com a participação de no máximo 30 participantes por turma:  – Ciclo Completo do Saneamento Básico, Hidrometria, Manutenção de Redes de Água, Manutenção de Redes de Esgoto e Desobstrução de Redes de Esgoto.

Os instrutores são engenheiros com amplo conhecimento e experiência na área de saneamento básico.

Os treinamentos podem ser adaptados para a realidade das empresas que os estão adquirindo.

Participantes receberão apostila digital e certificados digitais.

Valores para formação de turma, sob consulta a uniabes@uniabes.com.br

Cursos disponíveis:

1 – CICLO COMPLETO DO SANEAMENTO BÁSICO

Área – Água e Esgoto

Público alvo – Equipes de campo, instalação, manutenção, corte-religação, fiscalização, comercial, atendimento, supervisores e coordenadores. Equipes administrativas e jurídico.

Tema – Noções básicas de todo o sistema de saneamento básico com a identificação e valorização do trabalho de cada colaborador no todo do processo.

Objetivos

  • Compreender a importância da qualidade da água e da destinação final adequada do esgoto.
  • Desenvolver o conhecimento sobre o funcionamento de todo o sistema de saneamento básico além de sua área específica de atuação, englobando o sistema de abastecimento de água e de esgotamento sanitário, percorrendo o ciclo completo do saneamento.
  • Entender os conceitos básicos da área tais como pressão, vazão, controle de perdas, hidrômetros e irregularidades mais comuns, principais componentes de todo sistema de água e esgoto e indicadores da qualidade da água.
  • Saber responder as principais dúvidas do usuário final e promover o conhecimento sobre o saneamento básico.

 

2 – HIDROMETRIA

Área – Água

Público alvo – Equipes de campo, instalação, manutenção, corte-religação, fiscalização, comercial, atendimento e supervisores.

Tema – Conceitos de vazão, pressão, hidrometria, padronização e procedimentos nos serviços de instalação, troca de hidrômetros e identificação de fraude.

Objetivos

  • Conhecer o Ciclo Completo do Saneamento e onde sua área de atuação está inserida.
  • Compreender os conceitos básicos de pressão e vazão e sua aplicação na hidrometria.
  • Aprofundar o conhecimento sobre hidrômetros, seus princípios de funcionamento, capacidades, classes metrológicas, vazões nominal, mínima, de transição e máxima, identificação, leitura e causas da submedição relacionadas a qualidade do trabalho realizado.
  • Desenvolver os conceitos de controle de perdas, especialmente o de perda aparente que está relacionado diretamente a sua área de atuação.
  • Entender a importância da realização dos serviços de instalação de hidrômetros com excelência.
  • Saber responder as principais dúvidas sobre hidrometria do usuário final e promover o conhecimento sobre o saneamento básico.

 

3 – MANUTENÇÃO DE REDES DE ÁGUA

Área – Água

Público alvo – Equipes de campo de instalação e manutenção de redes de água e supervisores.

Tema – Conceitos, padronização e procedimentos nos serviços executados nas redes de distribuição de água.  Componentes de um sistema de abastecimento de água. Conhecimento sobre tubos, peças e conexões e o uso do material adequado.

Objetivos

  • Conhecer o Ciclo Completo do Saneamento e onde sua área de atuação está inserida.
  • Compreender a importância da programação prévia ao início das manutenções para otimizar os tempos de paradas e minimizar os impactos da paralização do sistema.
  • Aprofundar o conhecimento sobre componentes de um sistema de distribuição de água: reservatórios, bombas, tubos, conexões, peças especiais (válvulas, ventosas, registros, booster, macromedidores) e as técnicas de implantação e manutenção de redes de água.
  • Conhecer tubos, peças e conexões e o uso do material adequado.
  • Entender a importância da comunicação com o cadastro técnico e comercial. Interpretação e preenchimento de croquis.
  • Reforçar a importância da realização dos serviços com qualidade evitando retrabalho.
  • Reconhecer a importância e cuidados na sinalização em vias públicas (EPC) e normas de segurança do uso de EPI.

 

4 – MANUTENÇÃO DE REDES DE ESGOTO

Área – Esgoto

Público alvo – Equipes de campo de instalação e manutenção de redes de esgoto e supervisores.

Tema – Conceitos, padronização e procedimentos nos serviços executados nas redes de coleta e afastamento de esgotos. Componentes de um sistema de esgotamento sanitário. Conhecimento sobre tubos, peças e conexões e o uso do material adequado.

Objetivos

  • Conhecer o Ciclo Completo do Saneamento e onde sua área de atuação está inserida.
  • Compreender a importância da programação prévia ao início das manutenções para otimizar os tempos de paradas e minimizar os impactos da paralização do sistema.
  • Aprofundar o conhecimento sobre componentes de um sistema de esgotamento sanitário (redes, bombas, conexões, equipamentos) e as técnicas de implantação e manutenção de redes de esgoto.
  • Conhecer tubos, peças e conexões e o uso do material adequado.
  • Entender a importância da realização dos serviços com qualidade evitando retrabalho.
  • Reconhecer a importância e cuidados na sinalização em vias públicas (EPC) e normas de segurança do uso de EPI.

 

5 – DESOBSTRUÇÃO DE REDES DE ESGOTO

Área – Esgoto

Público alvo – Equipes de campo de instalação e manutenção de redes de esgoto e supervisores.

Tema – Conceitos, padronização e procedimentos nos serviços de desobstrução nas redes de coleta e afastamento de esgotos.

Objetivos

  • Conhecer o Ciclo Completo do Saneamento e onde sua área de atuação está inserida.
  • Compreender a importância da programação prévia ao início das manutenções para otimizar os tempos de paradas.
  • Aprofundar o conhecimento sobre os componentes de um sistema de esgotamento sanitário: redes, bombas, conexões, equipamentos, tubos e peças e o uso do material adequado.
  • Principais tipos de obstrução e as técnicas de desobstrução de redes de esgoto.
  • Conhecer os principais equipamentos de desobstrução de redes de esgotos.
  • Entender a importância da realização dos serviços com qualidade evitando retrabalho.
  • Reconhecer a importância e cuidados na sinalização em vias públicas (EPC) e normas de segurança do uso de EPI.

Desobstrução de Redes de Esgoto

Público alvo – Equipes de campo de instalação e manutenção de redes de esgoto e supervisores.

Tema – Conceitos, padronização e procedimentos nos serviços de desobstrução nas redes de coleta e afastamento de esgotos.

Objetivos

  • Conhecer o Ciclo Completo do Saneamento e onde sua área de atuação está inserida.
  • Compreender a importância da programação prévia ao início das manutenções para otimizar os tempos de paradas.
  • Aprofundar o conhecimento sobre os componentes de um sistema de esgotamento sanitário: redes, bombas, conexões, equipamentos, tubos e peças e o uso do material adequado.
  • Principais tipos de obstrução e as técnicas de desobstrução de redes de esgoto.
  • Conhecer os principais equipamentos de desobstrução de redes de esgotos.
  • Entender a importância da realização dos serviços com qualidade evitando retrabalho.
  • Reconhecer a importância e cuidados na sinalização em vias públicas (EPC) e normas de segurança do uso de EPI.