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Silubesa despede-se de Florianópolis com sucesso de participação

A 17ª edição do simpósio foi um sucesso. A cidade do Porto, em Portugal, será a sede do Silubesa 2018

O XVII Silubesa encerrou no começo da noite de quarta-feira (8) no Costão do Santinho, em Florianópolis (SC). Participaram da solenidade de encerramento Paulo Ramísio, presidente da APESB – Associação Portuguesa de Engenharia Sanitária e Ambiental, Francisco Taveiras, presidente da APRH – Associação Portuguesa dos Recursos Hídricos, Fernanda Vanhoni Biz, presidente da ABES/SC, Valter Costa, diretor executivo da ABES, Sebastião dos Reis Salvador, ABES-SC, e Álvaro José Menezes da Costa, vice presidente nacional da ABES. O simpósio foi promovido pela ABES em parceria com as duas instituições portuguesas, APESB e APRH.

Durante a cerimônia de encerramento, Fernanda elogiou os avanços de Portugal. “Fiquei encanta com palestra dos portugueses. Nossa realidade aqui ainda é muito diferente”. Ela agradeceu a participação de todos e destacou a qualidade técnica das palestras. “Obrigado à comissão organizadora, foi tudo perfeito. Sempre é proveitoso e podemos aprender um pouco mais, ter inovações para nossa área de engenharia.”

O diretor da ABES, Walter Costa, disse que a 17ª edição do simpósio foi um sucesso. Tivemos 576 inscritos e cerca de 280 trabalhos apresentados nos três dias de evento. “Tem sido um ano difícil para o Brasil. No começo do ano, começamos a organizar com dúvidas sobre patrocinadores, mas gradativamente a gente chegou lá. Meu grande obrigado à comissão organizadora. Só tenho a agradecer.”

Paulo Ramísio salientou que o Silubesa é mais que um encontro técnico e científico. Disse que brasileiros e portugues têm muitas coisas em comum. “Quero parabenizar a equipe organizadora, agradecer a maneira como nos receberam. É bom se sentir em casa, não é algo novo, pois sempre foi assim nos outros Silubesas. Mas fica aqui meu agradecimento e o convite para o XVIII Silubesa, em Porto, Portugal, em 2018.”

Taveira salientou que foi uma satisfação enorme estar no Brasil nestes três dias de evento. Destacou a troca de informações entre as comunidades técnicas e científicas do Brasil e Portugal. “Descobrimos o que o outro país está a fazer e essa troca de experiências e cooperação nos deixa mais profícuos para o futuro.”

O presidente da APRH enalteceu propostas de melhorias na qualidade de vida e meio ambiente, todas pensadas para o futuro. “Temos problemas a serem resolvidos nos dois países. Portugal mais avançado, mas com muito a se fazer. Este Silubesa foi mais uma edição de sucesso. Satisfação de estar presente.”

Paulo Ramísio, presidente da APESB - Associação Portuguesa de Engenharia Sanitária e Ambiental, e Francisco Taveiras, presidente da APRH - Associação Portuguesa dos Recursos Hídricos
Paulo Ramísio, presidente da APESB – Associação Portuguesa de Engenharia Sanitária e Ambiental, e Francisco Taveiras, presidente da APRH – Associação Portuguesa dos Recursos Hídricos

Portugal começa a se preparar para o Silubesa 2018

O presidente diretivo da Assocação Portuguesa de Engenharia Sanitária e Ambiental (APESB), Paulo Ramísio, retorna para Portugal na quinta-feira (9) levando na bagagem a missão de organizar o Simpósio Luso-Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental (Silubesa) de 2018. “Voltamos e já começamos os preparativos”, projeta, sobre o evento que ocorre daqui a dois anos em Porto, Portugal.

Ramísio fez elogios à 17ª edição, que encerrou nesta quarta-feira (8) no Costão do Santinho, em Florianópolis (SC). Além de destacar a organização e a troca de experiência entre os participantes nos três dias de painéis, elogiou as sessões de trabalhos técnicos e orais espalhados por diversas salas do Resort do Costão do Santinho. “São experiências que vamos levar para o futuro”, avalia. “Sempre se aprende algo que pode ser útil em Portugal, e também pode ser para o Brasil.”
Um dos palestrantes do painel Drenagem Urbana, na terça-feira, Ramísio descreveu o encontro como uma oportunidade para conhecer diferentes métodos que servem para o bem comum, para que “seja possível vivermos melhor”.

Presidente da APRH espera avanço nas discussões

Os elogios ao XVII Silubesa em Florianópolis também são compartilhados pelo presidente diretivo da Associação Portuguesa dos Recursos Hídricos (APRH), Francisco Taveira. Ao analisar o tema do congresso deste ano, “Soluções para um melhor saneamento ambiental”, ele salienta que nenhum país tem um sistema de saneamento perfeito, em especial os menos desenvolvidos. Na comparação com o Brasil, Portugal conseguiu atingir índices acima de 90% no saneamento por ser um país com extensão territorial bem menor, avalia Taveira. “Em Portugal é mais fácil atingir a maioria da população, já no Brasil é preciso mais investimentos, pois é país é continental.”

O presidente diretivo da APRH espera avanços nas discussões inseridas no XVII Silubesa. Para ele, muitas das informações que são debatidas nos painéis custam a chegar ao conhecimento dos gestores públicos. “É possível ter um custo mais barato e, ao menos tempo, ser mais eficiente na aplicação dos recursos, executando melhor e controlando melhor o que é feito”, conclui.

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