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PNQS 2020: primeiro dia de seminário destaca cases na categoria Eficiência Operacional no Saneamento

Esta edição do Prêmio Nacional da Qualidade em Saneamento, que começou nesta quarta (16), é realizada no formato virtual, e segue até a sexta (18)

Por Murillo Campos, Hugo Dourado, Jéssica Marques, Rhayana Araújo – com colaboração de Clara Zaim

Nesta desta quarta-feira, 16 dezembro, primeiro dia do Prêmio Nacional de Qualidade em Saneamento – PNQS Ciclo 2020, foram apresentados 23 cases no Seminário de Benchmarking na categoria PEOS (Prêmio de Eficiência Operacional no Saneamento). Promovido pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABES, por meio do CNQA – Comitê Nacional da Qualidade ABES, o evento acontece no formato virtual. As atividades seguem até a sexta-feira, 18 – dia em que haverá a Cerimônia de Premiação dos vencedores. 

O PNQS é responsável por estimular e reconhecer boas práticas de gestão das companhias brasileiras do setor de saneamento. Para apresentação dos cases do PEOS, cada apresentador teve 10 minutos para a explanação. Os juízes fizeram a avaliação de cada case e pontuaram os seguintes quesitos: objetividade e clareza, enfoque e replicabilidade, demonstração de resultado e pontualidade.

Veja como foram as apresentações nos temas Perdas (P) e Eficiência Energética

Após a abertura, foram realizadas as apresentações de cases do PEOS – Eficiência Operacional no Saneamento, cujo temas neste ano são “Perdas” e “Eficiência Energética”. Com apresentação de Aparecida Oliveira, integrante do CNQA, a iniciativa tem com objetivo reconhecer e disseminar programas exitosos de eficiência operacional com resultados comprovados.

Erica Rodrigues, integrante da Diretoria Metropolitana da Sabesp, iniciou os trabalhos com o case “Método AHP Integrado a Mapas de Kernel para Substituição de Redes de Água com Foco na Redução de Perdas”. Segundo ela, a iniciativa proporcionada pela ABES favorece a disseminação de conhecimentos ligados ao segmento.

“Participar do processo de escrita de um trabalho no PEOS e ainda ter a oportunidade de apresentá-lo é enriquecedor para quem o faz. Temos a oportunidade de melhorar nossas práticas e visões e divulgar cases de sucesso para serem replicados. Todos os participantes, independentes de serem apresentadores, têm o privilégio de ter à disposição tantos cases de sucesso. É muito material de ótima qualidade à disposição para inspiramos e cada vez mais aprimorarmos novas práticas”, exaltou Erica.

Em seguida, foram apresentados os cases “Gestão Eficiente do Processo de Troca de Hidrômetros, com uso de medidores volumétricos e ultrassônicos”, de Luis Soares da Silva, da Sabesp – UGR Mooca; “Gestão Eficiente de Hidrometria, como mecanismo para a Redução de Aparentes”, de Adriana dos Santos Dias, da Sabesp – UGR Billings; “Automação Aplicada ao Controle de Perdas de Água utilizando Válvula Redutora de Pressão”, de Leonardo Costa e Silva, da Copasa – Uson; e, “Análise e diagnóstico técnico da micromedição em Zonas Altas de Pressão”, de Luiz Alberto Saldanha Alves, da Sabesp – UGR Interlagos.

Para Evandro Vale de Almeida, integrante da Sabesp – UGR Santo Amaro, a premiação contribui para o progresso de gestão das companhias e abre espaço para divulgação de boas práticas.

“O PNQS é muito importante. Eu entrei na Sabesp em 2002 e vi como a aplicação do MEG fez a empresa evoluir. Já a experiência de apresentar o case é um desafio neste novo cenário tecnológico e sempre muito gratificante poder participar e mostrar o que nossas equipes fazem de melhor”, frisou ele, responsável pelo case “Aplicação de metodologia ágil SCRUM na gestão de VRPs e em ações para redução de perdas”.

Luis Carlos Pereira apresentou o case Gestão de Perdas em 360º – trazido por Luis Carlos, da SABESP Ipiranga. Ele falou sobre os desafios para se realizar trabalhos de manutenção durante o dia na região central de São Paulo. Após alguns estudos e teste chegaram à conclusão que o ideal seria trabalhar no setor Consolação, uma área com quantidade de vazamentos muito grandes, devido às suas redes antigas, mesmo com manutenção regulares. “O setor tinha uma perda real muito sensível, fomos buscar o que tinha de melhor para realizar uma medição mais precisa e fazer um controle mais eficiente”, disse Luiz Carlos.

Ele mostrou imagens das redes antigas e bem desgastadas que foram trocadas durante o período das obras na Santa Ifigênia, em várias ruas do bairro e informou quais os métodos utilizados pela Sabesp nas obras de reestruturação das redes. Foram trocados 4,1 km de redes antigas por novas. Dessa forma melhorou o abastecimento e houve diminuição nas reclamações por falta água. Em um mês foi recuperado 24% da vazão, com um investimento de R$ 1 milhão nas obras.

Redução de Perdas Aparentes através da aplicação de inteligência de mercado no combate às irregularidades nas ligações de água – apresentado por Márcio Roberto Mori MachadoS, das ABESP São Miguel. Ele falou sobre o case inovador de combate as ligações irregulares, furtos de água e perdas aparentes realizado pela Sabesp. Foi feito um estudo na região leste da cidade, para identificar fraudadores. É um trabalho muito difícil com baixa assertividade de apenas 12%. Para melhorar esse índice um dos processos foi buscar entender o que leva o cliente a cometer essa irregularidade. Apenas 4% alegaram o valor da tarifa como motivação, já para 28% é a influência de amigos. “O vizinho comenta que está há três meses sem pagar a conta e isso acaba motivando outras pessoas a praticarem a irregularidade”, contou Márcio sobre pesquisa feita com moradores.

Segundo ele, foi analisado o mercado de atuação, o perfil potencial de consumo de cada cliente e assim ficou mais fácil identificar pontos de irregularidade. “Usamos mapas temáticos (Mapa de Kernel) e desenvolvemos novas tecnologias para combater a fraude como um bastão magnético, reagente de cloro, Lunar, Georradar e magnetização residual. Conseguimos aumentar a regularização de ligações de 1.145 (2017) para 4.950 (2020). Nós demos o tiro certo e conseguimos diminuir as irregularidades, reduzir o índice de perdas e recuperar uma parcela considerável de dinheiro para a empresa”, frisou.

O GPPEO – Grupo de Projeto de Perdas – SABESP Interlagos foi apresentado por Henrique Oliveira. O profissional explicou que a pressão da sociedade para a empresa conseguir eficiência operacional e as novas exigências do novo marco do saneamento se tornaram uma oportunidade para a Unidade Interlagos desenvolver seu projeto de modernização. Com o nosso plano conseguimos um bom resultado no indicador do volume de perdas de água. O GPPEO surgiu para investir na melhoria sobre a maneira de conduzir os trabalhos. Foram unidas as equipes do processo de manutenção e de vendas para trocar ideias e achar soluções para a resolução dos problemas de perda de água.

Cada um com sua experiência contribui para uma melhor visão sistêmica, com cooperação gerando um melhor resultado. “Isso fez com as metas ficasse unificadas, com isso todo mundo trabalha junto. Conseguimos atingir 100% do que foi proposto no início do processo”, informou.

A redução esperada de VD que era de 9% e foi atingido 21%. Os resultados obtidos no processo são melhorias em diversas áreas como: estrutura de válvulas redutoras, estrutura de macromedição, melhor eficiência operacional, otimização do tempo de execução e a sinergia da equipe. Agora não existe mais um problema individual e sim de todos. 

“A ABES é um farol iluminando os caminhos do saneamento no Brasil, direcionando os esforços na direção da modernidade e transformando a vida de toda a sociedade”, enalteceu Henrique. “O PNQS vem, ao longo dos anos, incentivando a boa concorrência entre as diversas empresas, e a cada ano este processo de melhoria incentiva novas mudanças. Sempre que uma determinada ação dá certo em algum lugar, ela serve de referência para possíveis mudanças”, completou.

Lidemberg Antônio Rodrigues apresentou o case O impacto da mobilidade urbana – SABESP Ipiranga
Lidemberg informou o perfil do atendimento da Sabesp na região central de São Paulo e comentou os desafios que encontram para a realização da manutenção das redes muito antigas, além das dificuldades para fazer qualquer ação no local, pelo enorme volume de carros e de pessoas que circulam pela região. Foi feito um contrato de performance para substituição de rede, instalação de VRP e troca de ramais. Tudo deveria ser feito no horário noturno para não impactar no dia a dia da sociedade e isso se torna um grande desafio.

Lidemberg falou sobre uma ação tomada pela empresa. “Desenvolvemos o App Controller para monitorar todo o trabalho, com ele identificamos pontos críticos e buscamos soluções para melhor nosso serviço. Com os dados, aumentamos a renovação da nossa rede, com redução de mão de obra. Isso mostra a eficiência do desse programa”, contou. Com a ações tomadas, o IPDT de perdas foi reduzido em 57%, em 3 anos, e o volume de perdas caiu mais de 50% no setor Consolação, segundo o profissional. O investimento feito foi de 60 milhões.

Lidemberg destacou a importância do prêmio. “O PNQS é uma forma muito importante de divulgação de trabalhos realizados que geraram experiências positivas, e vale pelo compartilhamento de práticas para a aplicação de trabalhos em qualquer lugar, além é claro do reconhecimento de uma equipe com a premiação”. Também comentou sobre a ABES. “A iniciativa da ABES é fundamental para o setor de Saneamento, os cases mostrados servirão como material de desenvolvimento de toda a cadeia do setor, nesse ponto o papel da ABES é fundamental pois fomenta a integração das empresas de todo o país”, afirmou.

Kleber dos Santos – Potencialização da Redução de Perdas com aplicação da metodologia Unidade Regulatória de Pressão – SABESP MS
Kleber explicou o que são perdas para que se possa entender como a “prática gestão de perdas” pode beneficiar um sistema que está com problema. Ele informou como são feitas as análises para descobrir onde estão os pontos de perdas e analisou as oportunidades que surgiram com a “crise hídrica”, para a implantação de diversas ações e programas. Explicou como foram tratadas as zonas baixas, altas e altíssimas e os métodos utilizados para identificar as pressões de água e as perdas. O exemplo mostrado foi na área do Grajaú. “Com a redução da pressão a gente consegue identificar as áreas, atuar na redução de falta de água e diminuir os vazamentos”. Kleber mostrou, ainda, o equipamento usado e como ele foi implementado, além de informar o custo-benefício da execução do programa para a sociedade e para a empresa, com todas as melhorias aparentes e de sistema.

P – Geoprocessamento aplicado a redução de perdas aparentes reais e otimização no abastecimento – apresentado por Lucas Pereira Lima, líder de Operação no Centro de Monitoramento dos Equipamentos da Unidade de Gerenciamento Regional – UGR São Mateus da SABESP. Segundo Lima, as ferramentas de geoprocessamento surgem como uma forma de cadenciar e gerar mais rapidez na hora de encontrar os pontos que necessitam de tratamento. Conforme detalhado, a partir da modelagem espacial, é possível elaborar mapas de qualidade da água, falta d’água, vazamentos, mapeamento de redes por idade, projetar e caracterizar Distritos de Medição e Controle e fazer modelagem hidráulica e monitoramento por meio de sensoriamento remoto.  

P- Fórum Água – Integração e Resultado – apresentado por Regiane Garcia, da Unidade de Negócios Centro da SABESP, que trabalha na Divisão de Controle de Perdas. Na ocasião, foram abordados os desafios, as inovações, o processo e os resultados obtidos por meio do fórum. Regiane afirmou que o planejamento do Fórum Água incluiu o levantamento de “dores” da área, a análise do histórico de execução das UGR’s, a realização de debates, promoção de encontros, entre outras ações. As práticas do Fórum Água, conforme apresentado, estão alinhadas com as práticas da Engenharia 4.0, com metodologias ágeis. A Divisão de Controle de Perdas coordena o programa, acompanha, apoia e integra. 

Prêmio mostra engajamento e comprometimento das empresas 

P – Eficiência Operacional do Sistema de Abastecimento de Água de Agudo – apresenyado por José Roberto Ceolin Epstein, da CORSAN – SURCEN. Na oportunidade, foram detalhados o planejamento estratégico, o uso de indicadores, os objetivos estratégicos da companhia e os principais projetos. 

Em Agudo, um dos municípios atendidos, foram observados problemas no abastecimento de água por insuficiência de obras macro e por ineficiência operacional. Assim, foram promovidas melhorias em um curto espaço de tempo, resultando em eficiência operacional. As técnicas foram detalhadas ao longo do case. 

Na visão de Epstein, a oportunidade que o prêmio oferece é essencial para o setor. “O PNQS desperta e desenvolve a busca pelas melhores práticas voltadas ao setor de saneamento. Estimula as organizações buscarem a excelência nesta prestação de serviços, permitindo uma avaliação do amadurecimento da gestão dentro das organizações. As experiências das visitas e da busca de referenciais, permitem as organizações avaliar sua posição no mercado”, considerou. 

“Mercado esse que está na vitrine e nas expectativas de todos os setores interessados. Diante dos desafios trazidos ao setor, a busca pela eficiência é uma necessidade e o programa traz isso de forma objetiva, fomentando a evolução das prestadoras de serviço”, completou. 

“A iniciativa da ABES na realização do evento é maravilhosa, em especial neste ano de tantos desafios e dificuldades. O prêmio mostra o engajamento e comprometimento das empresas participantes pela bandeira do saneamento. Não apenas a ABES está de parabéns, mas todos que participaram desse projeto, que de maneira inovadora certamente será um sucesso”, afirmou também Epstein. 

P – Reabilitação de adutora por método não destrutivo (MND), inserção de PEAD em regime de parada” – trazido por Winder Greufas Rodrigues, da Unidade de Negócios Centro da SABESP, para o tema Perdas.

Rodrigues afirmou que a SABESP utiliza tubulações de ferro fundido no sistema de abastecimento de água, o que pode resultar em alguns problemas, como incrustações, vazamentos, rupturas, entre outros. Contudo, nos últimos anos, a companhia tem investido em novas tecnologias de renovação de ativos, visando a diminuição de perdas. Do total de adutoras recuperadas, mais de 80% foi realizado com a técnica construtiva por MND Sliplining, com inserção de PEAD. Durante o case, a metodologia foi detalhada. 

P – Projeto Piloto DMC ONLINE Campo Verde – Bragança Paulista – apresentado por Plínio dos Santos, da SABESP – MN. O projeto foi iniciado em setembro de 2019, com duração de 24 meses. 

Segundo Santos, o objetivo foi atender as demandas de combate a perdas nos condomínios de Bragança Paulista. Foi selecionado para piloto o pior caso, com perda de 30%. O DCM ONLINE é um sistema de apoio à operação da rede, que integra a macro e a micro medição. O monitoramento é feito em tempo real, com mensuração do volume perdido total diariamente. A ferramenta, de acordo com o case apresentado, é fundamental para um programa de redução de perdas e identificação de anomalias dentro de uma DMC. 

EE – Sistema de bombeamento alternativo com motor a gás natural”, desta vez para o tema Eficiência Energética – trazido por Marco Aurélio Domingues Daraia Santos, do Departamento de Engenharia da Unidade de Negócios Centro da SABESP, trouxe o case

Conforme apresentado, a oportunidade para o projeto veio de intermitências frequentes no fornecimento de energia elétrica nas estações elevatórias de água da SABESP. A experiência foi feita com o motor a gás acoplado diretamente à bomba centrífuga, nos processos de contingenciamento e de bombeamento em marcha. O projeto piloto foi fruto de uma parceria com um consórcio. Entre os ganhos obtidos com o sistema foram citados o aumento da segurança e confiabilidade operacional, a ampliação da capacitação técnica, a motivação da equipe e o poder de exercer a criatividade. 

“O PNQS é uma grande oportunidade de as empresas de Saneamento avaliarem o seu nível de gestão e buscar a melhoria contínua”, afirmou Santos. “É uma excelente iniciativa da ABES, pois permite que no Seminário de Benchmarking haja a troca de experiência entre as empresas inclusive compartilhando inovações para o setor”, avaliou também. 

EE – Gestão de energia com soluções inovadoras e sustentável na Unidade de Negócio Oeste, apresentado por Juliana Fernandes Eichstadt, da Sabesp – Departamento de Engenharia

Juliana fez uma apresentação contextualizando como foi o processo de escolha deste projeto, que surgiu com a análise crítica de que era necessário elencar algumas metas. Juliana apresentou o problema que precisava ser tratado com urgência: a diminuição dos custos com energia elétrica, que naquele momento girava em torno de R$ 21 milhões por ano, com o uso de 48 milhões de kWh. A alternativa encontrada foi por meio do uso da Economia Circular. Juliana finalizou com os resultados positivos obtidos com o projeto.

Juliana comentou sobre o prêmio: “O PNQS é uma grande oportunidade de disseminar boas práticas para a melhoria do Saneamento no Brasil e fora dele. E a Abes tem um papel importante e fundamental para esse avanço, contribuindo com o seu conhecimento, dando apoio aos governantes, participando de Fóruns governamentais, entre outras instituições”, afirmou Juliana Fernandes.

EE – Aproveitamento do potencial hidráulico nas redes de adução e distribuição para Geração de Energia – apresentado por Alexandre Balbino Machado, da SABESP – MS. Alexandre detalhou as principais características do gerador elétrico submerso e trifásico, que é uma tecnologia nacional e possui um baixo custo de instalação e alta eficiência e durabilidade. Alexandre também falou sobre a concepção do projeto piloto e os resultados obtidos.

EE – Programa de Eficiência Energética da Diretoria Metropolitana da Sabesp – apresentado por Vinicius Luciano Moreli, da SABESP – Unidade de Negócio de Produção de Água da Metropolitana. Vinicius falou sobre os projetos de Eficiência Energética da Unidade de Negócio da Metropolitana, que são: Projeto de Eficiência Energética da EEA França Pinto, Projeto de Incentivo a Substituição de Motores e Projeto de Eficiência Energética da Elevatória Final da ETE ABC. Vinicius finalizou apresentando os resultados positivos obtidos com os projetos.

 

EE – Automação na elevatória final de estação de tratamento de esgoto, tendo como objetivo eficiência energética, aumento da vazão tratada e melhoria no controle de equipamento crítico – detalhado por Samuel Januário, da SABESP – Unidade de Negócio de Tratamento de Esgotos da Metropolitana. O profissional apresentou as características da ETE São Miguel, mostrando as melhorias obtidas na automação da elevatória, com a eficiência energética, aumento de vazão tratada e melhoria no controle de equipamento crítico.

EE – Análise de Eficiência Energética em Estações Elevatórias – apresentado por Gustavo Grams Teixeira – CORSAN – SURSIN. O município Campo Bom (RS) foi o local em que o case foi aplicado, Gustavo apresentou as características da cidade, seguindo com a situação em que se encontrava a elevatória e quais os resultados obtidos com a aplicação do projeto.

EE – Otimização do Consumo de Energia Elétrica na Gerência Regional de Araxá – apresentado por Geraldo Magela Mendes – COPASA – Gerência Regional de Araxá. Geraldo apresentou a abrangência do programa, os indicadores de desempenho, as principais ações desenvolvidas e os resultados obtidos com o projeto. Rosana Dias, coordenadora do CNQA, realizou o encerramento das atividades desta quarta-feira, agradecendo a participação dos apresentadores, do público expectador e dos membros do júri.

“Tendo participado ativamente de várias candidaturas da Copasa, no PNQS, sendo muitas vencedoras, vejo que a semente de qualidade implantada aos poucos até culminar no reconhecimento da empresa como um todo foi suficiente para enraizar uma cultura de excelência, sem caminho de volta. Mesmo com o afastamento nos últimos anos, devido às diretrizes da alta direção, a nossa gestão voltada para a melhoria contínua dos resultados, sobreviveu e retomaremos o nosso caminho”. 

Rosana Dias, coordenadora do CNQA, realizou o encerramento das atividades desta quarta-feira, agradecendo a participação dos apresentadores, do público expectador e dos membros do júri.

Nesta quinta-feira, 17, a partir das 8h20, haverá o ciclo de apresentações do IGS (Inovação da Gestão em Saneamento), e na sexta-feira, 18, também a partir de 8h20, da AMEGSA (Melhores em Gestão no Saneamento Ambiental) e SQFSA (Selo de Qualidade do Fornecedor da Prestação de Serviços de Saneamento Ambiental). 

Os vencedores da categoria PEOS serão conhecidos na cerimônia de premiação do PNQS, que acontecerá na sexta-feira (18) e terá transmissão aberta ao público. O Prêmio Nacional da Qualidade em Saneamento conta com patrocínio da Sabesp, Saneago e CTL Engenharia.

Confira a programação aberta ao público gratuita, no último dia:

Dia 18 de dezembro

12h20 – Palestra – Adaptabilidade e Olhar para o futuro

14h – Palestra – A gestão de ativos como vantagem competitiva no saneamento

15h – Novidades no PNQS para ciclo 2021

15h30 – Cerimônia de Premiação PNQS 2020  

 

 

 

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