Presidente da ABES participa do 13º Congresso Brasileiro de Eficiência Energética

O presidente nacional da ABES, Roberval Tavares de Souza, participou, nesta quarta-feira, 31 de agosto, do 13º COBEE –  Congresso Brasileiro de Eficiência Energética, promovido pela Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia – ABESCO.

Roberval apresentou a palestra “Desafios da Eficiência Energética no Setor de Saneamento Ambiental”, no painel “Eficiência Energética: Saneamento e Recursos Hídricos”, que foi moderado por Eduardo Moreno, da ABESCO. Participaram também do painel Denise Maria Lara de Souza Seabra, da Caixa Econômica Federal, que falou sobre “Linhas de Crédito para Saneamento”; Gustavo Zarif Frayh, do Ministério das Cidades, que abordou o tema “Política Nacional de Saneamento e a Interface com a Eficiência Energética”; e Andrea Matos, da Sabesp, representando Paulo Massato, falando sobre “Programa de Redução de Perdas e Eficiência Energética na SABESP”.

Realizado anualmente pela ABESCO, com participação de especialistas brasileiros e internacionais, o encontro aborda tecnologias e serviços para a melhoria da competitividade das empresas por meio do uso racional de energia e água, o aperfeiçoamento de ações alinhadas às questões de sustentabilidade e o desenvolvimento de políticas socioambientais que reforçam a lucratividade e o êxito das empresas.

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O presidente nacional da ABES, Roberval Tavares de Souza, durante sua participação no evento.

Roberval Tavares de Souza ressaltou a importância da participação da ABES no evento. “Nós, da ABES, fomos convidados para fazer uma palestra sobre a questão da eficiência energética e os desafios para o Brasil dentro do setor de saneamento ambiental. Demostramos os nossos indicadores e os desafios que temos para melhorar o desempenho e ter mais eficiência energética no setor de saneamento”, disse. “Foi importante para a ABES participar porque tínhamos na mesa pessoas do mercado, do governo federal e da agência da Caixa Econômica Federal, que faz financiamentos. E foi bastante debatida a questão das novas formas de financiamento para o setor, que tivesse como encaminhamento a melhoria do saneamento ambiental. Também foi muito discutida a questão da melhoria da operação – dentro do PLANSAB temos bem destacado o item ‘redução de perdas’, que tem na eficiência energética uma configuração direta. E isso é im portante para a eficiência das operadoras de saneamento ambiental”, pontuou.

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