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JPS participa em São Paulo do Prêmio Jovem da Água de Estocolmo

Comissão organizadora, jurados e alunos vencedores

Na última terça, 6 de junho, ocorreu na capital paulista o Paulo o Prêmio Jovem da Água de Estocolmo (Stockholm Junior Water Prize – SJWP), que reúne jovens de todo o mundo para solucionar desafios relacionados a água e sustentabilidade. Realizado pela primeira vez no Brasil, o evento contou com a presença de mais de cinquenta convidados e o integrante Álvaro Diogo Teixeira, coordenador nacional do JPS, foi um dos jurados da premiação, ao lado do presidente da Sabesp, Jerson Kelman, e da secretária-adjunta de Saneamento e Recursos Hídricos do Estado de São Paulo, e Membro do Conselho Consultivo da ABES-SP, Mônica Porto.

O prêmio é organizado pelo Instituto Internacional de Águas de Estocolmo (SIWI) e tem a Princesa Victoria da Suécia como Patrona.

O evento é realizado há mais de 20 anos em Estocolmo, na Suécia, e tem outros países como participantes. “O Brasil é o maior detentor de reserva de água doce do mundo, tem obrigação de participar e possui condições de concorrer na final que ocorrerá na Suécia”, disse Álvaro Diogo. “A seleção do vencedor foi boa, tivemos cinco apresentações de São Paulo (3), Distrito Federal (1) e Ceará (1) são distintos entre os temas abordados e possuem muita qualidade”, afirma.

Os grandes vencedores do Prêmio Jovem de Água de Estocolmo foram os estudantes brasileiros da ETEC Campinas com o trabalho “STAC-IBR: Solução para o Tratamento de Água nas Cisternas Instaladas no Brasil”, de Beatriz Ruscetto da Silva, Matheus Henrique Cezar da Silva e Gabriel Gertrudes Trindade.

“A seleção dos trabalhos foi muito difícil, emocionou a plateia, os jurados e os alunos. Foi uma noite muito especial, o vencedor anunciado é o pessoal da ETEC de Campinas”, destacou Álvaro. “O trabalho foi sobre a cloração para o sistema de abastecimento de água de chuva. O Brasil será muito bem representado por eles na Suécia”, frisou.

Para Jonatham Adam, integrante do JPS-SP e estudante de Hidráulica e Saneamento, da Fatec, o evento foi muito importante para quebrar preconceitos, além de mostrar o potencial dos brasileiros no quesito ciência. “O mais bacana de participar de eventos como esse é ver como se quebra certos tipos de preconceitos que os brasileiros sofrem. Os estudantes do Ensino Médio estão muito bem preparados, inclusive, muitas vezes até mais que universitários. Brasileiro também sabe criar ciência”, afirmou.

O vencedor da etapa internacional do Stockholm Junior Water Prize, que ocorrerá em agosto na Suécia, receberá um prêmio de 15,000 USD e a escola vencedora, 5000 USD. O segundo colocado recebe um prêmio de excelência de 3000 USD.

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