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Temáticas ambientais estão presentes nas exposições da Bienal de São Paulo

A obra de Carolina Caycedo analisa os danos ambientais e sociais atrelados à construção de barragens e ao controle dos cursos naturais da água.

A 32ª Bienal de São Paulo – Incerteza Viva começa nesta quarta-feira, dia 7, em São Paulo, trazendo, entre suas atrações, diversas exposições com temáticas do meio ambiente.

Conheça alguma delas:
aliciaAlicia Barney
1952, Cali, Colômbia. Vive em Bogotá, Colômbia. Obras ligadas à ecologia promovendo duras críticas a modelos de desenvolvimento e sua relação com a natureza. Alguns de seus trabalhos conectam elementos da paisagem aos problemas ambientais, seja através da exibição de água poluída apanhada no rio Cauca, na Colômbia (Río Cauca, 1981-1982) ou do ar coletado em uma zona industrial e exposto em cubos de vidro (Yumbo, 1980). Saiba mais 

 

Bené Fonteles
1953, Bragança, Pará, Brasil. Vive em Brasília, Brasil. Marcada pela esfera ritualística, a criação de Bené Fonteles abarca instalações, esculturas e manifestos em profundo diálogo com questões ambientais, saberes populares. Saiba mais

Carolina Caycedo 

1978, Londres, Reino Unido. Vive em La Jagua, Colômbia, e Los Angeles, Califórnia, EUA. Em sua pesquisa recente, analisa os danos ambientais e sociais atrelados à construção de barragens e ao controle dos cursos naturais da água. Saiba mais

Em’kal Eyongakpa

1981, Mamfe, Camarões. Vive na região sudoeste do Camarões e em Amsterdã, Holanda. Em’kal Eyongakpa cria instalações, vídeos e performances que se baseiam em conceitos de rede e sistema presentes nos campos da biologia, da botânica e da tecnologia. Saiba mais

Frans Krajcberg

1921, Kozienice, Polônia. Vive em Nova Viçosa, Bahia, Brasil. Em sua vivência artística e ecológica, marcada pela decisão de constituir residência desde a década de 1970 em Nova Viçosa, Bahia, Frans Krajcberg encontra na diversidade e exuberância da flora a matéria- prima e a plasticidade que qualificam e compõem seu trabalho escultórico, assim como suas gravuras, pinturas, desenhos e fotografias. O uso da natureza como temática e material é um ato consistente com sua posição de defesa do meio ambiente. Saiba mais 

Jorge Menna Barreto
1970, Araçatuba, São Paulo, Brasil. Vive no Rio de Janeiro, Brasil. A agropecuária moderna é a atividade humana que mais impacta e transforma o planeta, ao comprometer a biodiversidade, compactar o solo, poluir rios e desmatar florestas. O projeto Restauro (2016) levanta questões acerca da construção dos hábitos alimentares e sua relação com o ambiente, a paisagem, o clima e a vida na terra. Saiba mais

rickieRikke Luther
1970, Aalborg, Dinamarca. Vive em Copenhague, Dinamarca, e Berlim, Alemanha. Na instalação Overspill: Universal Map [Transbordamento: Mapa universal] (2016), o artista explora a natureza orgânica e concreta do mundo e apresenta o resultado de uma pesquisa que mescla interesses diversos e faz referência ao colapso dos conceitos modernos de progresso. Relaciona paisagens naturais e catástrofes ambientais com os Bens Globais Comuns (oceano, atmosfera, espaço sideral e Antártida), cuja exploração não pode mais ser regulada pelos acordos estabelecidos pela ONU desde a Segunda Guerra Mundial. Saiba mais

abes-ursulaUrsula Biemann & Paulo Tavares

1955, Zurique, Suíça. Vive em Zurique /1980, Campinas, São Paulo, Brasil. Vive em São Paulo, Brasil. Selva Jurídica é baseada em estudos realizados nas fronteiras da floresta tropical equatoriana, na transição entre as várzeas do Amazonas e a cordilheira dos Andes. Essa zona fronteiriça é uma das regiões de maior biodiversidade e mais ricas em recursos do planeta. Atualmente se encontra sob pressão da drástica expansão das atividades de extração mineral e petrolífera em grande escala. Saiba mais

Vídeo nas Aldeias

Fundado em 1986 por Vincent Carelli. Baseado em Olinda, Pernambuco, Brasil. Para a 32a Bienal, Ana Carvalho, Tita e Vincent Carelli criaram a instalação inédita “O Brasil dos índios: um arquivo aberto” (2016), que configura um espaço de imersão em imagens, gestos, cantos e línguas de vinte povos distintos, entre eles os Xavante, Guarani Kaiowá, Fulni-ô, Gavião, Krahô, Maxakali, Yanomami e Kayapó. Saiba mais

Serviço:
32ª Bienal de São Paulo – Incerteza Viva
de 7 de setembro a 11 de dezembro de 2016
ter, qua, sex, dom e feriados: 9h – 19h (entrada até 18h)
qui, sáb: 9h – 22h (entrada até 21h)
Fechado às segundas
Entrada gratuita
Mais informações: http://www.32bienal.org.br/pt/

Fonte: site da Bienal

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