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Paixão pela corrida

Saiba como o esporte mudou a vida de vários associados da ABES

No domingo, 9 de outubro, o engenheiro Dante Ragazzi Pauli, ex-presidente nacional da ABES e coordenador da Câmara Temática de Comunicação no Saneamento (a ser lançada em breve), completou em 4h21min os 42km da maratona de Buenos Aires.

A conquista foi a coroação de três meses de treino focado do esporte que adotou em 2007, aos 45 anos. “Comecei a correr buscando qualidade de vida. Hoje a corrida é também um lazer. É um esporte que faz você se sentir livre. Você pode correr a qualquer hora, em qualquer lugar, faça chuva ou faça sol”, diz.

Esta foi a segunda maratona de Dante, que também já correu em outras competições, como a São Silvestre, em São Paulo. “Daqui pra frente quero correr ao menos uma maratona por ano.”

Dante Ragazzi Pauli, Antônio Giansante, Carlos Alberto Rosito e Rolando Gaal Vadas, membros da ABES, em Los Angeles , em julho de 2015
Dante Ragazzi Pauli, Antônio Giansante, Carlos Alberto Rosito e Rolando Gaal Vadas, membros da ABES, em Los Angeles , em julho de 2015

Outro apaixonado pela corrida é Carlos Alberto Rosito, vice-presidente nacional da ABES. A paixão começou em 1975, quando o gaúcho de Porto Alegre passou a viver no Rio de Janeiro. Já havia praticado natação, futebol e ginástica Canadense. “Descobri as corridas nas madrugadas e o encanto de fazê-las no Parque do Flamengo, justo em frente de casa.
Ainda não enjoei do espetáculo deslumbrante de nascer do sol, atrás das montanhas do outro lado da Baia da Guanabara”, conta.

São 40 anos, média de 180 dias de corrida por ano, cerca de 10 km por dia. “Os 6 minutos por quilômetro da época gostosa dos 30 anos tornaram-se 7 e meio ou mesmo 8 minutos para os mesmos mil metros, agora aos 75 anos. Cada vez mais intercalados com algumas centenas de metros de ‘marcha lenta com exercícios respiratórios’, como se dizia no tempo do CPOR. Mas a satisfação é sempre a mesma. Nos dias em que não corro, a sensação é de que algo está faltando. Não sei em qual aspecto a corrida é mais indispensável para mim:  se o físico ou o mental.”

A corrida foi uma grata surpresa quando, em busca de uma rotina mais saudável, Jaqueline Rocha, da ABES-SP e membro do JPS, decidiu adotar uma atividade física que a levasse a novos hábitos. “Não estava entre as opções que pensei em testar porque a considerava uma atividade cuja aptidão física necessária estava restrita aos atletas profissionais. Entretanto, a minha maior dificuldade não foi sobre a performance, mas em manter a regularidade dos treinos diante da rotina de trabalho, estudos e imprevistos do dia-a-dia”, relata.

Jaqueline: a corrida a levou a novos hábitos
Jaqueline: a corrida a levou a novos hábitos

Jaqueline procura participar de ao menos um evento ao mês. Nos três anos de prática, já foram mais de 30 corridas, entre elas as principais provas de São Paulo (São Silvestre e Meia Maratona Internacional) e a Meia Maratona do Rio de Janeiro. “Dessas provas, a primeira meia maratona foi inesquecível, ainda me lembro da emoção quando pisei a linha de chegada, a sensação ao completar um percurso de 21 km pela primeira vez é sensacional!”

A administradora, que é analista de Gestão da Sabesp em Itapetininga e cursa mestrado em Saneamento e Meio Ambiente na Unicamp (Campinas), ressalta os aspectos positivos do esporte: “a corrida envolve benefícios como bom humor, disposição, disciplina, foco e confiança, que vão muito além da saúde e acabam refletindo positivamente em outros aspectos da minha vida. A corrida também me ensina a reconhecer os avanços em qualquer um desses aspectos, ainda que sejam pequenas conquistas. Fico muito feliz em poder compartilhar essa experiência positiva e talvez inspirar pessoas a começarem a correr.”

Jaqueline recomenda que os interessados em iniciar-se na atividade não se intimidem com o desempenho de outros atletas e tenham como meta superar os seus próprios limites.

Dante também lembra outros pontos fundamentais: “é muito importante ter acompanhamento médico e também a orientação de um profissional de Educação Física. Além disso, reeducação alimentar e exercícios de musculação são fatores essenciais.”

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