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Reprises Temáticas da Brazil Water Week: assista ao último bloco de sessões de 16 a 31 de janeiro: Gestão Eficiente, Monitoramento, Capacitação, Cooperação Internacional e Comunicação

A ABES disponibiliza neste sábado, 16 de janeiro, o último bloco temático de sessões da Brazil Water Week. Os vídeos das discussões dos temas Gestão Eficiente, Monitoramento, Capacitação, Cooperação Internacional e Comunicação e Engajamento  estarão abertos ao público até o dia 31 de janeiro.

Não perca esta oportunidade de ver ou rever as sessões da Brazil Water Week, o mais importante evento internacional sobre água realizado no Brasil, que reuniram especialistas de 16 países em sessões especiais (entre 13 e 22 de outubro) e de 26 a 30 de outubro de 2020.

Assista ao quarto e último bolco

Gerenciamento de Informações e Práticas Normalizadas

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A adoção do ODS 6 na agenda de desenvolvimento sustentável reflete a atenção crescente às questões de água e saneamento na agenda política global. Integrante da entrega sustentável de serviços de água e saneamento gerenciados com segurança está a adoção de procedimentos padronizados para aquisição de dados e gerenciamento de informações para melhorar a eficiência operacional, recuperar custos operacionais e planejar investimentos de capital. Até o momento, diferentes programas de auditoria para fins de transparência, sustentabilidade, credibilidade e regulamentação foram implementados em todo o mundo. Exemplos de tais programas incluem; AquaRating, que foi implementado em mais de 60 empresas de água e saneamento em todo o mundo e ACERTAR, que foi implementado em cerca de 58 municípios no Brasil. Outros exemplos semelhantes incluem os programas de certificação Blue e No Drop para auditorias de serviços de água e o programa de certificação Green Drop para serviços de águas residuais implementados na África do Sul. O foco principal desta sessão é compartilhar experiências (sucessos e desafios) na implementação de tais programas e como o gerenciamento de informações e processos aprimorados podem levar a uma melhor qualidade e confiabilidade do serviço. Além disso, a sessão fornecerá informações sobre os investimentos necessários em capacitação e programas de fortalecimento institucional relacionados para melhorar o desempenho e a prestação de contas das concessionárias.

Moderador(a): Daniel Manzi – Agência Reguladora ARES-PCJ

Palestrantes:

Corinne Cathala – Inter American Dev. Bank (FRANÇA)

Philip de Souza – Emanti Management

Samuel Alves Barbi Costa – ARSAE – MG

Transformação digital

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A transformação digital é mais processual e baseada em pessoas do que tecnológica. Identificar corretamente os desafios e as necessidades informacionais das organizações em termos de aspectos ambientais e econômicos são essenciais para estruturar as abordagens digitais. Com base nisso, os sistemas de infraestrutura física, instrumentação e controle podem ser adaptados à transformação digital, bem como à comunicação e análise.
Nesta sessão, concessionárias de água europeias e brasileiras vão apresentar roteiros para aumentar as abordagens digitais e os participantes do painel discutirão como os governos podem incentivar as concessionárias em sua jornada digital.

Moderador(a): Samuel Alves Barbi Costa – ARSAE – MG

Palestrantes:

Helena Alegre – Laboratório Nacional de Engenharia Civil – LNEC (PORTUGAL)

Sam Azimi – SIAAP – Service public de L’assainissement francilien

Luiz Antônio Pazos Moraes – Ministério do Desenvolvimento Regional

Selma Capanema – Copasa

Nível econômico de perdas de água

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A Lei Nacional de Saneamento Básico – Lei nº 11.445/2007 (LNSB) estipula que serviços públicos de saneamento básico serão prestados com eficiência e sustentabilidade econômica. E na parte relativa a contratos dos prestadores de serviços, determina “a inclusão (…) das metas progressivas e graduais (…) de eficiência e de uso racional da água (…)”. O recém aprovado marco legal do saneamento também dá ênfase à eficiência e ao controle de perdas de água.
Ao estabelecer estas metas preconizadas na LNSB é necessário ter presente a existência de limitações técnicas que impõem uma fronteira operacional. Mesmo assim, o limite técnico não é o nível desejável, pois operar nesse nível exige investimentos onerosos que não são justificáveis perante a sociedade.
As metas de eficiência e sustentabilidade econômica podem e devem ser usadas em Planos Municipais de Saneamento Básico, Contratos de programa, Contratos de concessão, Planos de gestão de Perdas de Água e Energia entre outras ferramentas e acordos que concretizam os princípios preconizados na LNSB.
Neste painel se discutem vantagens e limitações técnicas do modelo do nível econômico de perdas de água.

Moderador(a): Sérgio Ayrimoraes – Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA)

Palestrantes:

Valter Lucas Junior – Companhia de Saneamento de Minas Gerais (COPASA)

Alan Wyatt – Independent Consultant (ESTADOS UNIDOS DA AMERICA)

Marcelo Depexe – SANEPAR (PR)

Eric Cerqueira Carozzi – Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp)

Luiz Antonio de Oliveira Junior – Arsesp (SP)

Tecnologias do futuro na gestão da água: Água Digital e indústria 4.0 – As oportunidades e desafios nos países em desenvolvimento

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A Água Digital é o futuro e, ao longo dos anos, as concessionárias e instituições do setor de água experimentaram e usaram partes do mundo digital, mas nunca abraçaram totalmente, investiram, inovaram e integraram oportunidades de água digital com a Indústria 4.0 para perceber plenamente o potencial de seus grandiosos, inteligência e serviços (cliente/comunidade). A Indústria 4.0 oferece uma oportunidade transformadora para gerenciamento de sistemas, entrega de serviços orientados para o cliente e/ou comunidade e para a força de trabalho por meio do uso de robótica, automação, satélites e blockchain com dados integrados usando inteligência artificial, aprendizado de máquina, tecnologias e aplicativos conectando cada vez mais os mundos biológico, físico e digital.

A pesquisa propõe que o valor pode ser atribuído à água em todos os seus estados, desde água natural até águas residuais. O comércio acionamento de máquina ou o uso de tecnologia blockchain para recursos hídricos podem abrir o uso de água tanto no setor público quanto no privado para valores de transparência, consistência e repetibilidade, o que pode levar a um maior investimento devido à possibilidade de financiamento do desenvolvimento, operação e manutenção da infraestrutura. A proteção e o gerenciamento de recursos por meio do uso da integração de dados de várias fontes, incluindo métodos não tradicionais, como radar, satélites vinculados a controle inteligente, sensores e plataformas podem fornecer pontos de acesso de precisão e potencial de previsão para reguladores e usuários. Os provedores de serviços de água (concessionárias de água) podem se transformar em sistemas de gestão inteligente para abastecimento de água, esgoto e saneamento, operações e manutenção sob demanda, prática baseada na experiência do cliente e da comunidade levando a melhores pagamentos por serviços, educação em movimento para o desenvolvimento de habilidades e, finalmente , digital e Industry 4.0 poderiam permitir a economia circular por meio da integração inteligente da tecnologia do setor privado e da prestação de serviços, com a regulamentação do setor público e as demandas da comunidade ou dos clientes.
Esta sessão apresentará algumas das tecnologias e serviços inovadores no espaço digital e da Indústria 4.0 para água e saneamento.

Moderadores: Mamohloding Tlhagale – South African Water Research Commission (WRC) e Valerie Naidoo – South African Water Research Commission (WRC)

Palestrantes:

Ricardo Batista Santos – da Sabesp

Pontsho Moletsane – Yellow Beast (Pty) Ltd (ÁFRICA DO SUL)

Dean Hodgskiss – Look See Do (ÁFRICA DO SUL)

Kalanithy Vairavamoorthy – International Water Association (IWA)

Vishnu Mabeer – eThekwini Municipality (ÁFRICA DO SUL)

Sandile Mabatha – eThekwini Municipality (ÁFRICA DO SUL)

Dhesigen Naidoo – CEO da Water Research Commission (WRC)

Políticas institucionais para governança colaborativa da água: o caminho para habilitar C&T para assessoria política e tomadores de decisão

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As soluções de água precisam de uma mudança de mentalidade e as instituições e a governança precisam fornecer o ambiente certo para os profissionais desenvolverem as novas habilidades necessárias. Esta sessão irá explorar as necessidades institucionais, estruturais e de governança para permitir a capacitação para Ciência e Tecnologia, formuladores de políticas e sociedade para trabalharem juntos. Destacará lacunas e oportunidades de pesquisa, oportunidades de negócios para os setores público e privado e os benefícios para a sociedade em geral.
As questões-chave propostas visam a estabelecer uma estrutura para discutir a interface necessária entre universidades, formuladores de políticas públicas no setor de água e sociedade a fim de alcançar um melhor desempenho. A melhoria do desempenho do setor de água significa acesso à água para usos múltiplos e serviços de saneamento para um futuro sustentável.

Moderador(a): Ana Silvia Pereira – UERJ – Universidade do Estado do Rio de Janeiro (RJ)

Palestrantes:

Cláudio de Jesus – President of AdP International and Water Europe Board Member

Liliana Pena Naval – CAPES

Miguel de França Dória – UNESCO

Uri Schor – Spokesperson of the Israeli Water Authority

Educação e treinamento sobre recursos hídricos são investimentos, não cursos 

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A falta de profissionais qualificados resulta em falhas ou deficiências no projeto, gestão, operação e manutenção da infraestrutura de água e saneamento. Este setor, em muitas regiões do mundo, principalmente em países em desenvolvimento, lida com profissionais de baixo nível educacional. Além disso, muitas pessoas de outras áreas de especialização desconhecem a crise global da água e seus efeitos catastróficos na humanidade e no planeta no futuro. Assim, é fundamental otimizar os investimentos não só para aumentar a qualificação profissional a partir de programas de formação específicos e adequados, mas também para possibilitar a participação da sociedade civil na gestão do saneamento e dos recursos hídricos, com conhecimentos compatíveis para essa ação. Esta sessão apresentará uma discussão sobre a importância da educação relacionada à água e seus componentes, em todos os níveis da sociedade e da educação desde crianças e jovens à Universidade (engenharia e outras áreas do conhecimento).

Moderador(a): Ana Silvia Pereira – UERJ – Universidade do Estado do Rio de Janeiro (RJ)

Palestrantes:

José Vieira – professor da Universidade do Minho, Portugal

Edgard Gouveia Jr – cofundador do LiveLab e idealizador DA jORNADA X-LAB

Rhenan Cauê  aluno do Colégio Estadual Osvaldo Franco, no Tocantins, e participante da Jornada X.

Diane D’arras – presidente da Associação Internacional de Água (IWA) (FRANÇA)

Giuliana Chaves Moreira – assessora de Gestão Corporativa da Água na Rede Brasil do Pacto Global/ONU

Monitoramento e relatórios sobre os ODS6.1, 6.2 e ODS 6.3 – Acesso à água e esgoto

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Esta sessão tem como objetivo apresentar os sistemas de monitoramento existentes relacionados à distribuição de água e esgotamento sanitário no Brasil e em outros países. Em relação à COVID-19, o painel também trará especialista para compartilhar a experiência de monitoramento do vírus no sistema de esgotamento sanitário. Serão debatidasas informações e os indicadores existentes para acompanhar as metas preconizadas no ODS 6:

ODS 6.1: até 2030, alcançar o acesso universal e equitativo à água para consumo humano, segura e acessível para todas e todos.

ODS 6.2: até 2030, alcançar o acesso a saneamento e higiene adequados e equitativos para todos e acabar com a defecação a céu aberto, com especial atenção para as necessidades das mulheres e meninas e daqueles em situação de vulnerabilidade.

ODS 6.3: até 2030, melhorar a qualidade da água nos corpos hídricos, reduzindo a poluição, eliminando despejos e minimizando o lançamento de materiais e substâncias
perigosas, reduzindo pela metade a proporção do lançamento de efluentes não tratados e aumentando substancialmente o reciclo e reuso seguro localmente.

Moderador(a): Samuel Alves Barbi costa – gerente de Informações Econômicas da ARSAE-MG

Palestrantes:

Helena Alegre – diretora do Departamento de Hidráulica e Ambiente do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), de Portugal

Marília Melo – Secretária de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais

Sérgio Ayrimoraes – superintendente de Planejamento de Recursos Hídricos da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA)

Léo Heller – relator especial da ONU sobre o direito à água e ao saneamento básico e pesquisador da Fiocruz

ESG, Liderança Sustentável e Estratégias Integradas: os 2 lados da mesma moeda

Tema 7 – Comunicação, TI e Engajamento Social

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Coordenadora: Ana Paula Rogers (ABES)

Moderação: Joper Padrão (ABES)

Ricardo Assumpção (Grape Global-ECO)

Ione Anderson (Inter-American Institute for Global Change Research)

Eniale Maion (Diretora Executiva DIAa Supermercados e UniversiDIA)

Karine Bueno (Head de Sustentabilidade Santander Brasil e Conselheira do Pacto Global)

O Desafio da Comunicação para Envolver as Pessoas nos Temas da Água e do Meio Ambiente nos Próximos 10 anos

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Jornalismo, marketing, publicidade, comunicação corporativa, telecomunicações e redes sociais são ferramentas cruciais para envolver as sociedades em todo o mundo nas discussões sobre a importância da água e de preservar o meio ambiente, bem como sobre a Ciência e a valorização do conhecimento, especialmente após as experiências vividas pelo mundo com a pandemia de covid-19.
Poder público, ONGs, empresas e organizações em geral têm um grande desafio pela frente: intensificar este diálogo para viabilizar iniciativas que possibilitem o cumprimento dos 17 ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) estabelecidos pela ONU e de mais qualidade de vida para o planeta.
A discussão desta sessão envolverá a qualidade da informação e o comprometimento dos diversos players em promover uma comunicação que engaje cidadãos em todo o mundo, com representantes do SIAAP, Pacto Global, Trata Brasil, Sabesp e da grande mídia no Brasil, entre outros.
Neste âmbito será discutido ainda um grande obstáculo dos nossos tempos: as fake news, que têm não apenas gerado controvérsia em diferentes partes do planeta, mas impactado a percepção das sociedades sobre temas fundamentais e decisões locais, nacionais e mundiais.

Conseguiremos trabalhar juntos para promover informação acessível e de qualidade e levar a cabo iniciativas que envolvam as pessoas para que possamos transformar lares, vizinhanças, cidades e países?

Moderador(a): Dante Ragazzi Pauli – Membro do Conselho Mundial da Água – WWC

Palestrantes:

Laurence Pelisson-Demoulin – chefe de Comunicação Institucional do SIAAP – Autoridade Sanitária da Grande Paris

Edison Carlos – CEO do Trata Brasil

Fábio Toreta – superintendente de Comunicação da Sabesp

Carlo Pereira – diretor-executivo da Rede Brasil do Pacto Global da ONU

 

 

4 Comentários em Reprises Temáticas da Brazil Water Week: assista ao último bloco de sessões de 16 a 31 de janeiro: Gestão Eficiente, Monitoramento, Capacitação, Cooperação Internacional e Comunicação

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